Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Liturgia da Paixão e Descendimento da Cruz acontecem na Catedral
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- Segunda, 05 Abril 2021 10:48
Na tarde desta Sexta-feira Santa, 02 de abril, a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora sediou a Solene Ação Litúrgica das 15h, horário em que Cristo morreu crucificado. De portas fechadas, a celebração foi conduzida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e contou com a presença dos padres da Catedral.
A Ação Litúrgica começou com a prostração dos religiosos diante do altar, momento em que se deitaram no chão, de bruços, lembrando a hora exata da morte do Senhor. Logo após, houve Liturgia da Palavra, Oração Universal – acrescida pela prece pelos que padecem a pandemia do Covid-19 – e Adoração à Santa Cruz, seguida da Comunhão Eucarística. Novamente este ano, omitiu-se o beijo da cruz, sendo este substituído por um breve silêncio e inclinação da cabeça, no momento da Adoração, para comtemplar a cruz.
Dom Gil iniciou a homilia lembrando que a sexta-feira Santa é o dia de celebramos a salvação da humanidade, a grande misericórdia de Deus Pai e de nos convertermos. “Todos somos chamados, diante do Senhor, colocar e chorar, se preciso for, nossos pecados, traições, negações”. Usando o exemplo de Pedro, o Arcebispo orientou a todos a reconhecerem seus pecados e se converterem a cada queda.
Ele ainda falou que os pecados que mais ofendem ao Senhor são os cometidos pelos mais próximos, ou seja, nós cristãos, católicos. “O dia de sexta-feira santa é dia de conversão, de escutar a palavra e deixa-la cair no coração. Podemos nos aproximar do Senhor e ter um coração distante dele, como Judas”. Assim, ele pediu que neste dia, todos olhem para dentro de si mesmos e se perguntem: como anda minha vida espiritual? E meu cristianismo? Minha prática religiosa? Minha casa é verdadeiramente uma igreja doméstica?
Mais uma vez recordando o momento difícil vivido pelo mundo, Dom Gil pediu a todos que não percam a esperança. “É preciso ter confiança em Jesus, fazer deste tempo, que as vezes te dá mais tempo, tempo conversão”.
Dirigindo aos que estão sofrendo mais diretamente por conta da pandemia, acometidos com o vírus, os que perderam entes queridos, ou que estão trabalhando de forma incansável no combate a pandemia, o Dom Gil os animou com suas palavras. “Com tudo isso, participemos da paixão do Senhor! Façamos disso uma participação no calvário do Senhor, mas nunca percamos a esperança. Porque o calvário não foi uma residência, é passageiro. O túmulo não foi uma residência, é transitório. Chegou para Cristo para os apóstolos o dia da ressureição, chegou a vitória dada por Deus. Pensemos, tudo passa!”
Descendimento da Cruz
Já a noite foi marcada pela cerimônia do descendimento da Cruz. O sermão foi realizado pelo Padre Leonardo Pinheiro, com a presença do Arcebispo, padres e diáconos. Dom Gil falou sobre o momento tão forte para a liturgia da Igreja. “Estamos representando aquele momento bíblico em que José de Arimatéia e Nicodemos desceram o corpo de Jesus do madeiro da cruz. Nossa senhora estava presente e recebeu-o em seus braços, ela o afagou com seu abraço de mãe. João Evangelista também estava presente com as santas mulheres.”
Devido ao momento delicado causado pela pandemia, Dom Gil lembrou que a tradição no Brasil é celebrar a data com procissões pela rua com a imagem de Jesus falecido. “Infelizmente não podemos fazer a procissão do enterro, celerada em todo Brasil. Por conta da pandemia temos que renunciar a isso, mas nossos corações acompanham Jesus e ele nos acompanha em nossa vida.”
O Pastor concluiu o momento reforçando que a espiritualidade da sexta-feira Santa possui um significado especial, pois recorda todos aqueles que estão sofrendo diante dos acontecimentos que estamos passando. “Nesse momento de pandemia o descendimento da cruz é muito importante, pois representa o sofrimento daqueles que estão padecendo e representa um afago do céu. Que Nossa Senhora nos acolha como mãe, como aquela que dá resposta à nossa fé e ao nosso sofrimento.”
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Missa da Ceia do Senhor recorda momentos anteriores à crucificação
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- Sábado, 03 Abril 2021 14:13
Na noite dessa quinta-feira, 1º de abril, a Igreja deu início ao Tríduo Pascal, auge da Semana Santa. Na Catedral de Juiz de Fora, a Missa da Ceia do Senhor foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e contou com a participação de todo o clero paroquial. A celebração desse dia recordou a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, o serviço do Lava-Pés e o Mandamento Novo.
“Durante a Semana Santa nós intensificamos aquilo que vivemos na Quaresma, sobretudo meditando com mais atenção, mais coração, mais amor, a paixão e morte do Senhor. No Tríduo Pascal nós celebramos tudo isso já com o coração voltado para o Domingo da Ressurreição”, apontou Dom Gil.
Após a celebração, houve uma pequena procissão com o Santíssimo Sacramento em direção ao salão paroquial. No local, Jesus Eucarístico foi colocado em uma urna. “Na Quinta-feira Santa, depois que termina a Missa da Ceia do Senhor, o Santíssimo Sacramento é recolhido numa capela especial, para que ali as pessoas possam adorá-Lo sabendo que Ele está vivo, mas celebrando respeitosamente a Sua morte”, explicou ainda o Arcebispo. Além disso, houve o rito da desnudação dos altares, que recorda o momento em que as roupas de Cristo foram tiradas, antes da crucificação. “Representando esse momento de sofrimento moral de Jesus, a Igreja pede para desnudar os altares, tirar as toalhas, mas sempre na esperança da veste nova do batismo, da veste nova da ressurreição”, ressaltou.
Dom Gil Antônio Moreira ainda comentou sobre as celebrações que os católicos viverão nos próximos dias. “Depois passamos para o recolhimento da sexta-feira, olhando para o Senhor que morre por nós. Dia de silêncio, dia de respeito, dia de jejum e abstinência. Entramos no sábado da expectativa e tudo culmina no domingo da ressurreição. Esta é a nossa Páscoa, esta é a Páscoa verdadeira. Páscoa significa passagem, libertação do pecado, libertação do mal e vitória da vida”.
O Arcebispo Metropolitano aproveitou para deixar uma mensagem, recordando o momento difícil que o mundo vive. “Neste tempo de pandemia muitas coisas nos desafiam, muitos problemas nos assolam, muitas situações estão colocando grandes dificuldades para muita gente. É preciso a gente assumir isso de forma pascal. É uma espécie de sexta-feira santa que estamos vivendo desde o ano passado, uma paixão do Senhor. Mas sem perder a esperança e o ânimo, chegará o momento da ressurreição, e nós queremos que ele chegue o mais rápido possível”.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Coleta para os Lugares Santos 2021 será realizada neste Domingo de Páscoa
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- Sexta, 02 Abril 2021 13:19
Tradicionalmente na Sexta-feira Santa, a Igreja no mundo inteiro convida os cristãos católicos a contribuírem com os Lugares Santos. Com esta colaboração de todo o mundo, o Comissariado da Terra Santa consegue manter e cuidar dos Lugares Santos do Cristianismo, como o Santo Sepulcro, a Basílica da Natividade, até os santuários menos notados, dentre várias outras atividades missionárias.
Neste ano, a coleta deverá ocorrer no Domingo de Páscoa. A orientação foi feita pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira. “Como esse ano nós não podemos ter presença de povo na igreja na sexta-feira santa, respeitando a situação pandêmica, nós vamos fazer essa coleta no domingo”, explicou ele.
Caso algum município tenha presença do povo impedida no domingo, o padre deve procurar o Arcebispo para verificar a melhor data para realizar a coleta.
Com as dificuldades enfrentadas desde o ano passado, os Lugares Santos que antes viviam do turismo religioso e das contribuições dos fiéis, sofreram e sentiram diversos impactos econômicos causados pelo isolamento devido à covid-19. ”Nós temos muitos santuários que dependem da nossa ajuda. É preciso que todos ofertem alguma coisa de si, para ajudarmos os frades franciscanos e demais que estão na Terra Santa, protegendo os lugares por onde Jesus passou”, recomendou Dom Gil.
Na carta de Apelo para a Coleta em favor dos Lugares Santos enviada a todas dioceses e arquidioceses, o prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, encoraja os fiéis a tal gesto de solidariedade e explica as dificuldades sofridas com a pandemia. “Foi, portanto, um ano de prova e assim também para a Cidade Santa de Jerusalém, pela Terra Santa e para a pequena comunidade cristã que habita no Médio Oriente que quer ser luz, sal e fermento do Evangelho.”
No documento, o Cardeal pede que a indiferença seja superada. “A Coleta Pró Terra Santa 2021 seja para todos a ocasião para não voltar o olhar, para não passar adiante, para não ignorar as situações de necessidade e de dificuldade dos nossos irmãos e das nossas irmãs, que vivem nos Lugares Santos. Se diminuir este pequeno gesto de solidariedade e de partilha (São Paulo e São Francisco o chamariam de “restituição”) será ainda mais difícil para tantos cristãos daquelas terras de resistir à tentação de deixar o próprio país, será difícil manter as paróquias na sua missão pastoral, e continuar a obra educativa através das escolas cristãs e o empenho social a favor dos pobres e dos que sofrem.”
Conheça o trabalho dos Franciscanos no cuidado dos Lugares Santos: clique aqui.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com informações de Vatican News e Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil
Padre Anchieta comemora aniversário natalício
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- Sexta, 02 Abril 2021 13:11
Hoje, 02 de abril, nosso administrador paroquial, padre José de Anchieta Moura Lima, comemora seu aniversário natalício. Padre Anchieta é natural de Guiricema e foi ordenado sacerdote em 04 de agosto de 1985, seu lema de ordenação é: "Quero ser livre para pregar o Evangelho”, baseado na primeira carta de São Paulo aos Coríntios que diz: “Ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9, 16).
Já atuou em outras paróquias da Arquidiocese de Juiz de Fora, Nossa Senhora do Rosário (Bocaina de Minas-MG), Santo Antônio (Passa Vinte-MG), Santuário Senhor Bom Jesus do Livramento (Liberdade-MG), São Sebastião (Santos Dumont-MG), Nosso Senhor do Bonfim (Aracitaba-MG), Nossa Senhora da Conceição (Conceição do Formoso - Distrito de Santos Dumont-MG), São João Batista (São João da Serra - Distrito de Santos Dumont-MG), São Sebastião (Juiz de Fora-MG), Nossa Senhora da Assunção (Juiz de Fora-MG), Nosso Senhor dos Passos (Rio Preto-MG), Santa Bárbara (Santa Bárbara do Monte Verde-MG) e São Sebastião (São Sebastião do Barreado – Distrito de Santa Bárbara do Monte Verde-MG).
Na Paróquia Nossa Senhora da Saúde (Juruti - Diocese de Óbidos, no Pará), chegou a ser vigário, depois pároco e também formador do Propedêutico. No final de 2011, início de 2012 voltou para Juiz de Fora como vigário paroquial de Benfica e também como reitor do Seminário Menor e em 2015 foi nomeado pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Benfica (Juiz de Fora-MG). Atualmente é administrador paroquial da Catedral Metropolitana de Juiz de Fora-MG (Paróquia Santo Antônio).
Desejamos que Deus continue derramando bênçãos sobre a vida do padre Anchieta e que a missão de discípulo missionário na construção do Reino seja sempre iluminada pela luz do Espírito Santo. Parabéns!
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