Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Arcebispo de Juiz de Fora divulga orientações litúrgicas ao clero
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- Quarta, 19 Abril 2023 17:35
Durante a Semana Santa, o Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, enviou ao clero um documento contendo algumas orientações quanto à vida litúrgica de nossa Igreja Particular. Na introdução da mensagem, o Pastor Arquidiocesano apontou a necessidade das indicações em razão de observações feitas nas visitas às paróquias e em resposta a questionamentos a ele dirigidos.
O primeiro ponto abordado por Dom Gil diz respeito à preparação ao Centenário Diocesano, a ser comemorado em 1º de fevereiro de 2024. “Para este ano que antecede a celebração do Centenário de criação de nossa Diocese de Juiz de Fora foi preparada, em versões longa e breve, uma oração carinhosamente dedicada a Nossa Senhora, Mãe da Igreja, e dois hinos especialmente compostos pelo Pe. João Francisco Batista da Silva […]. As orações mencionadas devem ser rezadas todos os dias ao final de cada celebração eucarística ou na forma breve ou forma longa. […] Os referidos hinos sejam cantados frequentemente em nossas celebrações como meio também eficaz de conduzir nosso povo à celebração de nosso Centenário Diocesano.”
O documento traz ainda apontamentos sobre as Celebrações das Exéquias, as Vestes Litúrgicas para os Coroinhas e a localização da mesa da credência nos templos arquidiocesanos. O Arcebispo de Juiz de Fora também falou sobre o cuidado a Eucaristia. “A Igreja sempre teve um cuidado muito especial com as espécies do pão e do vinho a serem utilizadas na Liturgia Eucarística. Desta forma, gostaria de pedir uma especial atenção sobre as hóstias utilizadas na referida Celebração Eucarística.”
Dúvidas muito comuns dos fiéis, a postura durante a recitação do Pai Nosso e no momento de receber a Comunhão Eucarística foram alvo das orientações de Dom Gil. “Alguns questionamentos têm sido feitos ultimamente quanto à postura dos fiéis durante a recitação da Oração do Senhor, ou Pai Nosso, isto é, estar de braços abertos ou não. […] Não há necessidade de proibir essa prática dos fiéis, pois é uma boa maneira de participação de todo o povo sacerdotal que, pelo incomparável dom do Batismo, eleva a sua súplica ao Pai.”
Sobre a forma de se receber a Comunhão, o Arcebispo recordou que ainda estamos vivendo o período da pandemia. “É prudente orientar aos fiéis, para que prefiram ainda receber, respeitosamente, a Comunhão nas mãos”. O Pastor Arquidiocesano também fez considerações sobre o hábito de ajoelhar-se neste momento. “Hoje, depois da reforma litúrgica oriunda do Concílio Vaticano II, ocorrida na década de 60, nossas igrejas e capelas são planejadas com uma nova orientação. Ajoelhar-se no momento da distribuição da Comunhão, com a atual configuração do espaço litúrgico e da assembleia pode significar alguns riscos, como por exemplo, desequilíbrio e consequente queda para a pessoa que se ajoelha; dificuldade de se levantar sem uma base sólida que auxilie, deixar cair a hóstia no chão, etc. Além disso, devemos sempre nos lembrar que cada um pode tranquilamente se ajoelhar ao retornar ao seu lugar.”
Clique aqui e confira a íntegra do documento.
Fonte: site da Arquidiocese Juiz de Fora
Padre Luiz Vitório comemora aniversário natalício
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- Sábado, 15 Abril 2023 13:01
Neste domingo, 16 de abril, nosso vigário paroquial, padre Luiz Carlos Vitório, comemora seu aniversário natalício. Padre Luiz Vitório é natural de Aracitaba - MG e foi ordenado sacerdote no dia 08 de dezembro de 2007, seu lema de ordenação é: “Te conheci, Te Consagrei, te envio” (Jeremias 1,4-9).
Já atuou nas paróquias: Nossa Senhora de Fátima (Santa Cruz - Juiz de Fora - MG), São Francisco de Paula (Distrito de Torreões - Juiz de Fora - MG), São Pedro (Juiz de Fora - MG), Santo Antônio (Passa Vinte - MG), Nossa Senhora da Conceição (Benfica - Juiz de Fora - MG), Santa Teresinha (Juiz de Fora – MG) e atualmente está em nossa Paróquia Santo Antônio (Catedral de Juiz de Fora - MG).
Desejamos que Deus continue derramando bênçãos sobre a vida do padre Luiz Vitório e que a missão de discípulo missionário na construção do Reino seja sempre iluminada pela luz do Espírito Santo. Parabéns!
“Deus não desiste de nós”: Dom Gil reforça a mensagem da Páscoa sobre amor e fé
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- Sábado, 15 Abril 2023 12:50
“A nossa Páscoa é Jesus Cristo”. Com esta afirmação, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, iniciou a homilia da principal festa da liturgia católica, o Domingo de Páscoa.
Ao longo da explanação, o Arcebispo destacou que os apóstolos não compreenderam imediatamente o pleno significado da ressurreição. No entanto, ao entenderem, se tornaram porta-vozes da Boa Nova – e este testemunho é a base da fé católica.
Dom Gil também destacou a importância do relato das mulheres, as primeiras a descobrirem que Cristo estava vivo. E comentou a principal mensagem da Páscoa: o amor de Deus pela humanidade é grande e Ele não desiste de nós.
Jesus é a Páscoa
Durante a celebração na Catedral Metropolitana, Dom Gil explicou que Jesus deu sentido à Páscoa, porque era o verdadeiro Cordeiro que tira os pecados do mundo, ao ser sacrificado. “A nossa Páscoa é Jesus Cristo. A Páscoa que os judeus celebravam era uma prefiguração da realidade. A realidade é Cristo eles matavam o cordeiro, como símbolo de Cristo que havia de morrer na cruz, mas não sabiam disso. Ficaram sabendo depois que veio Jesus, portanto, o verdadeiro cordeiro que é capaz de tirar os pecados do mundo é Cristo.”
O Pastor Arquidiocesano ainda esclareceu que não há ressurreição da alma, mas apenas do corpo, porque a alma é imortal. Assim sendo, podemos perceber que a ressurreição é um mistério que transcende as coisas naturais. “Nós não acreditamos somente em coisas naturais, nós acreditamos em coisas sobrenaturais. Por isso São Paulo escrevendo aos Colossenses diz isso: Se ressuscitastes com Cristo pensais nas coisas do alto. Pensais nas coisas do alto, nas coisas sobrenaturais, não somos criados para matéria somente, mas a matéria criada pode ser transformada. Ele fez homem e mulher para serem transformados”.
Deus espera por nós
O Arcebispo Metropolitano encerrou a homilia apontando o significado de celebrar verdadeiramente a Páscoa: Deus não desiste de nós. “ ‘A ressureição do Senhor é nossa esperança’, diz santo Agostinho. Celebrar a Páscoa, celebrar a ressureição, é justamente reconhecer que Deus não desiste de nós, mas espera-nos na casa eterna onde viveremos para sempre.”
"Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos"
Destaca o Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias, em entrevista. "Que alegria celebrarmos a Páscoa do Senhor, em especial, na casa mãe da Arquidiocese, a Catedral Metropolitana. Realizamos ontem a Vigília Pascal, momento tão bonito de cantarmos a vitória de Cristo sobre a morte e sobre o pecado. A culpa de Adão foi vencida pela obediência e pelo amor de Cristo, que derramou o seu sangue na cruz pela nossa Salvação. Hoje com muita alegria nos encontramos novamente para celebrar o Domingo, dia do Senhor, celebrando a continuidade deste tempo tão bonito que vamos viver ao longo de 50 dias em preparação para a festa de Pentecostes. Quero dizer a você, anime o seu coração e fortaleça a sua fé neste Cristo que venceu o pecado, a morte e ressuscitou para nos salvar. Que esta alegria possa preencher e estar sempre presente no seu coração e no seu gesto de fé e de amor ao próximo propagando em todos os lugares a Ressurreição do Senhor. Feliz Páscoa e que a alegria do Ressuscitado seja sempre para nós esse grande incentivo para continuarmos o nosso caminho de amor e de fé”, completou com entusiasmo.
* Com informações do site da Rádio Catedral de JF
Círio Pascal é aceso durante Vigília, na noite de sábado (8)
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- Sábado, 15 Abril 2023 12:31
Após o silêncio que caracterizou a Sexta-feira da Paixão (7) e o dia seguinte, os sinos das igrejas voltaram a tocar e o Glória voltou a ser entoado durante a Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo (8). Na Catedral de Juiz de Fora, esta que é considerada a “mãe de todas as vigílias” foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira.
Ainda com o templo no breu, o Pastor Arquidiocesano abençoou o Fogo Novo e acendeu o Círio Pascal, símbolo da Ressurreição de Cristo. A partir dele, as velas de todos os presentes foram acesas e começaram a iluminar pouco a pouco a igreja. Após a introdução solene do Círio na Catedral, deu-se início à Liturgia da Palavra, durante a qual foram lidos sete textos do Antigo Testamento e um do Novo Testamento, todos acompanhados de um salmo.
Após a proclamação do Evangelho sobre a Ressurreição de Jesus e a homilia, Dom Gil abençoou a água da fonte batismal e os fiéis presentes renovaram as promessas do Batismo. Seguiu-se a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a Liturgia Eucarística.
“Nessa vigília nós recordamos tudo o que veio antes de Jesus: a criação, a passagem do Mar Vermelho, a libertação da escravidão do Egito e tantas outras coisas, depois recordamos o nosso batismo. Por fim, nós cantamos ‘aleluias’, voltando à toda a alegria de sermos cristãos e à alegria de sermos salvos por Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou por nós”, explicou Dom Gil.
Após a comunhão, houve uma procissão com o Santíssimo Sacramento pelo adro da Catedral. A chuva fraca não impediu que os presentes acompanhassem Jesus Eucarístico e, em seguida, recebessem a bênção solene, já no interior da igreja.
A Santa Missa foi concelebrada pelo Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias, e pelo Vigário Paroquial, Padre Danilo Celso de Castro. Os diáconos Antônio Valentino e Waldeci Rodrigues serviram ao Altar.
Na escuridão, as luzes voltaram a brilhar
Durante a homilia do Arcebispo Metropolitano, um apagão que atingiu toda a região central de Juiz de Fora fez com que as luzes da Catedral se apagassem completamente. Também sem o som dos microfones, Dom Gil se deslocou ao centro do altar e pediu que todos os presentes acendessem as lanternas de seus smartphones e celulares.
Segundo o Pastor Arquidiocesano, o apagão acabou sendo providencial. “Novamente nós pudemos refletir sobre a escuridão do túmulo onde Jesus estava. Eu pedi para todo mundo acender as lanternas dos celulares, e essas luzes foram o símbolo que nós encontramos Jesus, que não nos deixa na escuridão. Nós podemos enfrentar problemas, trevas na vida, mas temos certeza de que temos a luz em nossa mão, em nosso coração, que é Jesus Cristo. Então, foi providencial esse ‘apagãozinho’ durante a liturgia, que veio nos recordar todo o sentido dessa noite santa da Vigília Pascal.”
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
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