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Catedral Metropolitana de Juiz de Fora

Mês de Maio: Papa reza terço em Santuário Mariano

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Peregrinação do Papa Francisco ao Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor aconteceu neste primeiro dia do Mês Mariano


O Papa Francisco visitou, na tarde desta terça-feira, 1º, o Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor, em Roma. A peregrinação aconteceu por ocasião do início do mês mariano, para a oração do terço.

Diante da imagem de Nossa Senhora do Milagre o Pontífice recitou o terço, em oração especialmente pela paz na Síria e em todo o mundo.

O Santo Padre foi recebido no Santuário pelo arcebispo Dom Angelo De Donatis, Vigário Geral da Diocese de Roma; pelo Bispo Auxiliar do Setor Sul, Dom Monsenhor Paolo Lojudice, pelo Monsenhor Enrico Feroci, presidente dos Oblatos Filhos do Amor Divino, por Dom Luciano Chagas Costa, Reitor do Santuário, pelo Pe. Vincent Pallippadan, Reitor do Seminário de Nossa Senhora do Divino Amor; e pelo pároco Pe. John Harry Bermeo Sanchez;

Depois da oração mariana, nas capelas laterais, o Papa cumprimentou os moradores da Casa de Repouso do Divino Amor, que abriga 24 idosos, além de acolher mães e crianças.

Ao final, se dirigiu até o povo, na área externa do Santuário, rezou com eles uma Ave Maria e deu-lhes a benção.


Fonte: noticias.cancaonova.com e informações Boletim da Santa Sé

CNBB lança mensagem aos trabalhadores e trabalhadoras pelo 1º de maio

Mensagem-Trabalhadores-2018A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nesta segunda-feira, 30 de abril, a “Mensagem aos Trabalhadores e Trabalhadoras” por ocasião da celebração do Dia do Trabalhador neste 1º de maio. No documento, a entidade saúda os(as) trabalhadores do Brasil e, baseada na Doutrina Social e no Magistério da Igreja, lembra que o “trabalho constitui uma dimensão fundamental da existência do ser humano sobre a terra’.

A mensagem, conclama os católicos e todas as pessoas de boa vontade a vencerem a tentação da indiferença e da omissão e a colocar-se decididamente ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras, assumindo a defesa de seus direitos e de suas justas reivindicações. Leia a íntegra do documento abaixo:


MENSAGEM DA CNBB AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS
1º DE MAIO DE 2018


“O clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor todo-poderoso” (Tg 5,4)


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil -CNBB, fiel à sua missão profética, iluminada pela Palavra de Deus e pela Doutrina Social da Igreja, saúda os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil que celebram o seu dia neste 1º de Maio. “Convencida de que o trabalho constitui uma dimensão fundamental da existência do ser humano sobre a terra” (Laborem Exercens, 4), a Igreja coloca-se ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras em sua luta por justiça e dignidade, sobretudo, neste momento de prolongada crise vivida pelo Brasil.

O trabalho não é mercadoria, mas um modo de expressão direta da pessoa humana (cf. Mater et Magistra, 18) que, por meio dele, “deve procurar o pão quotidiano e contribuir para o progresso contínuo das ciências e da técnica, e sobretudo para a incessante elevação cultural e moral da sociedade, na qual vive em comunidade com os próprios irmãos” (Laborem Exercens, Intr.).

Além disso, recorda-nos o Papa Francisco, o trabalho humano é participação na criação que continua todos os dias, inclusive, graças às mãos, à mente e ao coração dos trabalhadores: “Na terra, há poucas alegrias maiores do que as que sentimos ao trabalhar, assim como há poucas dores maiores do que as do trabalho, quando ele explora, esmaga, humilha e mata” (Gênova, 2017). Com tão grande dignidade, o trabalho humano não pode ser governado por uma economia voltada exclusivamente para o lucro, sacrificando a vida e os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Ao Estado compete cuidar para que as relações de trabalho se deem na justiça e na equidade (cf. Mater et Magistra, 21). A solução para a crise, que abate o País, não pode provocar a perda de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Nos projetos políticos e reformas, o bem comum, especialmente dos mais pobres, e a soberania nacional devem estar acima dos interesses particulares, políticos ou econômicos.

Conforme temos insistido em nossos pronunciamentos, solidários com os movimentos sociais, especialmente com as organizações de trabalhadores e trabalhadoras que sofrem com as injustiças, com o desemprego e com as precárias condições de trabalho, reafirmamos seu papel indispensável para o avanço da democracia, apoiamos suas justas reivindicações e os incentivamos a contribuir, em clima de diálogo amplo e manifestações pacíficas, para a edificação da justiça, da fraternidade e da paz no mundo do trabalho, sendo “sal da terra e luz do mundo”, segundo a Palavra de Jesus.

Neste 1º de maio, mais uma vez, conclamamos os católicos e todas as pessoas de boa vontade a vencerem a tentação da indiferença e da omissão, colocando-se decididamente ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras, assumindo a defesa de seus direitos e de suas justas reivindicações.

O Senhor nosso Deus, que “ama a justiça e o direito” (Sl 32,5), nos conceda a graça de construirmos juntos um país verdadeiramente justo e democrático.

São José Operário, cuja memória hoje celebramos, nos acompanhe com seu exemplo e intercessão.


Brasília-DF, 30 de abril de 2018


Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB


Fonte: cnbb.org.br

Sacerdócio é continuidade da missão de Jesus, afirma Papa

papa-ordenacao-22-04-foto-2-600x338Durante missa de ordenação de dezesseis novos presbíteros no Vaticano, Francisco falou sobre a missão do sacerdote

Papa Francisco ordenou na manhã deste domingo, 22, dezesseis novos sacerdotes. A cerimônia foi realizada na Basílica do Vaticano e contou com uma exortação aos agora presbíteros. “Entre todos os seus discípulos, o Senhor Jesus quer escolher alguns em particular, para exercer publicamente na Igreja, em Seu nome, o sacerdócio em favor de todos os homens, uma continuidade da missão pessoal do mestre, como sacerdote e pastor”, sublinhou o Santo Padre.

O Pontífice contou que assim como Jesus foi enviado por Deus Pai ao mundo, assim os apóstolos, sacerdotes e bispos são chamados a colaborar no serviço ao povo de Deus. Todos os chamados por Cristo trabalham, de acordo com Francisco, em uma missão, a de edificar o Corpo de Cristo, que é a Igreja.

“O exercício do ministério da Santa Doutrina proporciona a participação da missão de Cristo, o único Mestre”, explicou o Santo Padre. Segundo o Papa, o sacerdote antes de ler, ensinar e propagar a Palavra de Deus e o que aprendeu na fé, deve viver o que ensina.

“Que o alimento da sua vida seja alimento para o povo de Deus, sua doutrina, alegria e apoio aos fiéis de Cristo. E que com a palavra e o exemplo vocês possam construir a Casa de Deus que é a Igreja”, exortou. O sacerdócio além de continuidade da obra de Cristo é, de acordo com o Pontífice, uma oportunidade do presbítero reconhecer e suportar a morte de Cristo no seu pecado e caminhar com Ele para uma vida nova.

novos-presbiteros-durante-ordenacao-no-vaticanoA ordenação proporciona aos novos sacerdotes agregar novos crentes ao povo de Deus, por meio do Batismo, e também perdoar os pecados em nome de Cristo e da Igreja, através do sacramento da Penitência, pontuou o Papa, que pediu: “Por favor, não se cansem de serem misericordiosos. Pensem em seus pecados, suas misérias que Jesus perdoa. Seja misericordioso”. Francisco relembrou também o uso do óleo sagrado por parte dos presbíteros, como alívio aos doentes.

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.: Papa fala sobre o primeiro mandamento aplicado ao sacerdócio

Por último, o Santo Padre pediu aos novos sacerdotes que construam uma comunhão filial com os bispos e todo clero, e que se esforcem para unir os fiéis e levá-los a Deus Pai através de Cristo no Espírito Santo. “Tenham diante de seus olhos o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir e buscar salvar o que foi perdido”, concluiu.

Fonte: noticias.cancaonova.com

Encerra-se a 56ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP)

encerramento1Em cerimônia transmitida por canais católicos de Televisão, foi encerrada, solenemente, a 56ª Assembleia da CNBB. Os bispos fizeram desse momento, ocasião de oração e ação de graças. Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, acompanhado por dom Murilo Krieger, vice-presidente, pelo Núncio Apostólico, dom Giovanni d’Aniello, e pelo coordenador dos trabalhos desses dois últimos dias, dom João Justino, arcebispo-coadjutor de Montes Claros (MG), agradeceu a todos que ajudaram na realização do evento.

O Núncio Apostólico do Brasil leu uma mensagem do Papa: “O Papa os anima neste Ano do Laicato no Brasil a permanecer atentos aos sensus fidei do seu povo, tão generoso e devoto. Ajudando os leigos a viver sempre em sintonia com seus pastores. O protagonismo do chamado a ser cada vez mais uma Igreja em saída, na certeza de que a Mãe Aparecida, cujo aniversário de 40 anos da restauração de sua imagem se está celebrando, não deixará de interceder que caminha no Brasil para que possa sempre buscar a restauração dos seus membros. O Papa Francisco, de coração, envia a todos os bispos e suas dioceses do Brasil, a bênção apostólica e pede, por favor, que continuem a rezar por ele“.

Na quinta-feira, 19 de durante a última coletiva em Aparecida (SP), o Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) e presidente da entidade, destacou o clima de fraternidade que permeou o encontro do episcopado brasileiro que termina nesta sexta-feira, 20.

Segundo dom Sergio, a Assembleia Geral vai muito além do que se pode considerar como pronunciamentos, declarações, notas, mensagens ou documentos que são elaborados e aprovados pelo episcopado brasileiro. “Nós não nos reunimos apenas por produzir textos. Claro que eles são muito importantes. Mas a Assembleia quer ser, em primeiro lugar, um espaço de convivência fraterna, de colegialidade episcopal”, afirmou.

“Posso dizer que essa Assembleia tem sido uma das que mais pudemos sentir essa unidade fraterna, essa proximidade afetuosa entre os bispos do Brasil”, ressaltou o cardeal, chamando a atenção para os momentos de oração e missas ao longo da Assembleia, além o retiro realizado nos dias 14 e 15. “É uma assembleia orante. Aqueles que querem oferecer a sua colaboração para a missão da Igreja no Brasil, buscam a luz a sabedoria, a força que vem de Deus, para poderem tomar as decisões acertadas”, acrescentou.

“Nós nos reunimos para, cada vez melhor orientar a missão evangelizadora da Igreja no Brasil, respeitando aquilo que é próprio de cada diocese e de cada bispo, reunimo-nos para buscar, em comum, diretrizes, normas, orientações, para vida da Igreja”, completou dom Sergio, citando as novas diretrizes para a formação de presbíteros aprovadas pelo episcopado, que agora serão encaminhada para o reconhecimento da Santa Sé.

O cardeal também mencionou a revisão do Estatuto Canônico da CNBB, finalizado nesta Assembleia, e a eleição dos delegados da Conferência para o próximo Sínodo dos Bispos sobre juventude, fé e discernimento vocacional, em outubro, no Vaticano. “Esses nomes só poderão ser divulgados oportunamente, uma vez confirmados pela Santa Sé”, explicou.

Ao comentar a mensagem sobre ao povo brasileiro sobre as eleições de 2018, divulgada na coletiva, Dom Sergio esclareceu ao jornalistas que a CNBB, quando se pronuncia sobre questões sociais, não adota uma postura partidária. “Nós não temos partidos políticos nem candidatos próprios e não somos e nem queremos ser partidos ou tratados como tal. Somos um organismo da Igreja que visa a comunhão e a missão eclesial. E para cumprir essa missão é que nós orientamos os fiéis para sua participação na vida social”.

“Temos insistido na necessidade dos cristãos católicos participarem mais ativamente da vida política. E isso exige critérios. A Doutrina Social é uma fonte preciosa que os fiéis leigos e leigas necessitam conhecer cada vez mais e que nós queremos por em prática cada vez mais, para que jamais seja desvirtuada essa missão própria da Igreja que é evangelizar. Nós precisamos vivenciar a fé não só dentro do templo, na hora das celebrações, mas no dia a dia da sociedade, inclusive, nos espaços públicos”, enfatizou o Presidente da CNBB.

Fonte: cnbb.org.br

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