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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Com as bênçãos de N. S. de Nazaré, dom Alberto Taveira inaugura Barco Hospital Papa Francisco

Bênção-Leonardo-Monteiro-2-site-1200x762 c“Com a bênção e inauguração deste barco hospital nós estamos dando uma resposta concreta, expressão da caridade, da providência de Deus que se faz presente através deste gesto, deste barco que vai atender tantas e tantas pessoas, ribeirinhos, indígenas e os povos das cidades”, destacou o arcebispo de Belém (PA) e vice-presidente do Regional Norte 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Alberto Taveira. O prelado conduziu a cerimônia de bênção do barco hospital Papa Francisco, na noite do último sábado, 17, na capital paraense.

Na parte da tarde, foi realizada a cerimônia de inauguração do Barco Hospital Papa Francisco na Providência de Deus, em Belém. O evento ocorreu no auditório do Hotel Grand Mercure e contou com a presença de várias autoridades, além de dom Alberto: o fundador da Associação São Francisco na Providência de Deus, frei Francisco Belotti; o secretário da Nunciatura Apostólica no Brasil, monsenhor Massimo Catterin; e o procurador geral do Trabalho, Ronaldo Fleury. O bispo de Óbidos (PA), dom Bernardo Bahlmann, não pôde estar presente e foi representado por dom Alberto. Será nesta diocese que o barco hospital atenderá a maior parcela da população ribeirinha.

Envolvendo autoridades e convidados, a cerimônia iniciou com uma apresentação de carimbó que trouxe a música “Pan-Amazônia Ancestral”, de Antônio Cardoso, e fez todos cantarem: “ribeirinhos, guardiões, da nossa casa comum, ‘Laudato Si’ é Francisco chamando um a um”. Em seguida, foi composta a mesa por autoridades eclesiásticas, civis e militares, que puderam também discursar sobre a importância daquele momento para a história da Igreja e da sociedade. Bastante expressiva era a presença dos franciscanos na providência de Deus e outros religiosos de congregações diversas.

Emocionado, frei Francisco Belotti iniciou sua fala fazendo uma analogia entre o Rio Amazonas com seus afluentes e a história da Associação por ele criada. “Quem olha a nascente do Rio Amazonas, na Cordilheira dos Andes, tão frágil e pequena, jamais imaginaria os tantos quilômetros que ele percorre até chegar um barco. Mas o Amazonas não está só, existem diversos afluentes, diversas nascentes que agregam a ele e tornam quem ele é hoje. A história deste rio é muito próxima da história do barco-hospital e da associação nascida numa cidade pequena do interior de São Paulo, uma casinha pré-fabricada, usada para morte e para o crime. Deus pegou aquela casa e inicia esta missão, este caminho que seria percorrido até este dia 17 de agosto de 2019”, contou o sacerdote entre lágrimas.

Dom Alberto trouxe aos presentes a carta enviado pelo Papa Francisco. “Para além de ser um belo gesto concreto em vista do Sínodo para a Amazônia, este hospital fluvial é acima de tudo uma resposta ao mandato do Senhor, que continua a enviar os seus discípulos a anunciar a Palavra de Deus e curar os doentes”, afirma um trecho da carta. O pontífice ainda recordou seu pedido de uma Igreja Samaritana, “um ‘hospital de campo’, acolhendo a todos sem distinções ou condições. Com esta iniciativa, Ela se apresenta agora também como um ‘hospital sobre as águas’. E, do mesmo modo como Jesus, ao aparecer caminhando sobre as águas, acalmou a tempestade e fortaleceu a fé dos discípulos, este barco levará tanto o conforto espiritual como a calmaria para as agitações dos homens e mulheres carentes, abandonados à própria sorte”, finalizou Francisco.

A cerimônia de inauguração do barco hospital contou ainda com a exibição de um pequeno documentário sobre a embarcação, homenagens aos apoiadores do projeto que receberam doces regionais e arranjos florais, e um coquetel para todos os convidados, encerrando deste modo, a primeira parte da programação.

Bênção – Já era noite quando teve início na Escadinha do Cais do Porto (ao lado da Estação das Docas), o rito de bênção do barco hospital. Por volta das 19h30, dom Alberto Taveira deu início à cerimônia religiosa. Várias pessoas se aglomeraram no trapiche onde estava atracado o barco. Para dom Alberto, o momento representa a descoberta contínua da Igreja no zelo pela humanidade.

“Na criação, Deus entregou aos homens o cuidado com a própria natureza e cuidado mútuo entre todos. A Igreja descobriu e continua descobrindo as formas deste cuidado especial com a vida das pessoas e, para nós na Amazônia esta é uma imensa responsabilidade. Com a bênção e inauguração deste barco hospital nós estamos dando uma resposta concreta, não estamos teorizando a assistência ao povo na Amazônia, ao contrário, oferecemos algo concreto, expressão da caridade, da providência de Deus que se faz presente através deste gesto, deste barco que vai atender tantas e tantas pessoas, ribeirinhos, indígenas e os povos das cidades”, destacou.

Finalizando o momento celebrativo, dom Alberto doou ao barco uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré e, com ela ao colo, adentrou à embarcação e a entronizou na capela do barco hospital, onde o rito foi encerrado com a oração da “Salve Rainha”.

Ação – Como última parte da programação de lançamento do Barco Hospital Papa Francisco, na manhã do domingo (18), foi realizada uma Ação Social com a comunidade carente do bairro da Cidade Velha, na capital paraense. Estando a Igreja em festa com a solenidade da Assunção de Maria, uma Celebração Eucarística às 8h deu início às atividades na majestosa Igreja de Nossa Senhora do Carmo. A presidência litúrgica foi do monsenhor Massimo Catterin, da Nunciatura Apostólica no Brasil.

A beleza arquitetônica do templo barroco completou-se na beleza do serviço caritativo da Igreja viva formada por inúmeros leigos e religiosos voluntários que se dispuseram a atender as centenas de pessoas que acorreram ao Porto Palmeiraço, onde ancorou o barco hospital, na esperança de atendimento, consultas e procedimentos hospitalares.

A professora aposentada Maria José saiu cedo de casa na esperança de uma consulta odontológica. “Aqui a gente espera algumas horas, em outros postos podem ser meses”, disse. Para ela, a ação demonstra a preocupação da Igreja com o bem-estar da sociedade. “Eu me sinto cuidada, acho que a Igreja está preocupada comigo e com todo esse povo que está aqui agora”, pontuou.

Estrutura – Construído em Fortaleza (CE), o barco Papa Francisco tem o objetivo de oferecer acesso à saúde básica às pessoas que moram às proximidades dos rios. A ideia do barco hospital, com atendimento médico, surgiu a partir do incentivo do Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude (2013), que no período visitou um hospital, no Rio de Janeiro, administrado pela Associação e Fraternidade São Francisco e questionou se a Associação já havia implantado o projeto de assistência médica na Amazônia. A partir desse encontro iniciou-se, com o dom Bernardo Bahlmann, juntamente aos demais religiosos da Fraternidade, a idealização do projeto com a missão de levar atendimento à população ribeirinha.

O Barco Hospital Papa Francisco tem o comprimento de 32 metros e contará com até 23 profissionais da área da saúde, com capacidade para até 30 tripulantes. Abriga salas para os seguintes serviços médicos: raio-x, mamógrafo, ecocardiograma, teste ergométrico, sala cirúrgica, laboratório de análises, farmácia, sala de vacinação, consultórios médicos, consultório oftalmológico e odontológico, e ainda, leitos de internação. A Congregação das Pequenas Missionária de Maria Imaculada estará auxiliando no atendimento hospitalar.

A Associação e Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus desde 1985 realiza trabalhos direcionados a levar saúde básica, como ambulatórios, pronto socorro, farmácia, abrigos e comunidade terapêuticas, tem sede em Jaci (SP), já está presente no Pará, Goiás, Paraná, Ceará e Rio de Janeiro.

Fonte: Site da CNBB

Papa enaltece “mulheres corajosas” que prestam assistência humanitária

Karin-Manente-representante-do-PMA-coordena-a-resposta-humanitária-da-ONU-e-seus-parceiros-em-Moçambique-by-PMA-ONUAs Nações Unidas celebram neste 19 de agosto o Dia Mundial de Assistência Humanitária para homenagear pessoas que atuam nessa área e realçar que é preciso apoio para os afetados por crises.

Em 2019, a organização destaca a ação de mulheres em crises em todo o mundo e a elas o Papa Francisco dedicou a sua mensagem no Twitter:

“Hoje recordamos todas as mulheres corajosas que vão ao encontro dos seus irmãos e irmãs em dificuldade. Cada uma delas é sinal da proximidade e da compaixão de Deus. #WomenHumanitarians ”

Mortos

Entre essas trabalhadoras mencionadas pelo Papa Francisco está a brasileira Karin Manente, cujo primeiro contato com os afetados pelo ciclone Idai em Moçambique marcou sua atuação como diretora do Programa Mundial de Alimentação, PMA, no país.

“Achamos que na nossa resposta é importante alavancar e colocar o papel da mulher na dianteira. Isso com base no facto do papel fundamental que elas têm na sociedade, e também na questão do combate à fome. Então, por exemplo, a nível de comunidades onde nos interagimos, nós trabalhamos com comunidades, seus líderes e com a nossa contraparte do governo para pôr as mulheres na dianteira.”

O fenômeno natural provocou centenas de mortos e afetou mais de 1,8 milhão de pessoas quando passou por Moçambique em março.

Cerimônia

Em mensagem de vídeo sobre a data, a secretário-geral António Guterres disse que desde o apoio a civis em crise à atuação em surtos de doenças, “as mulheres em ações humanitárias estão na linha de frente”.

Segundo António Guterres, a presença feminina “torna as operações de auxílio mais eficazes, aumentando seu alcance. Também melhora a resposta humanitária à violência de gênero, que aumenta durante as emergências.”

Por ocasião do dia, a organização incentiva a partilha de histórias desses personagens e que seja reafirmado “o compromisso de fortalecer o papel das mulheres em operações humanitárias”. Uma campanha nas redes sociais usa a hastag #WomenHumanitarians.

Ataques Guterres disse que líderes mundiais e todas as partes em conflitos devem garantir que os funcionários humanitários sejam protegidos contra danos, como é exigido pela lei internacional.

O chefe da ONU destaca ainda que violações graves do direito internacional humanitário e dos direitos humanos continuam em todo o mundo e “devem ser investigadas e julgadas.”

Ataques

No ano passado ocorreu o segundo maior número de ataques a trabalhadores humanitários, com 405 funcionários atacados, 131 mortos, 144 feridos e 130 sequestrados. No total ocorreram 226 incidentes em 2018.

Desde 19 de agosto de 2003, mais de 4,5 mil funcionários humanitários foram mortos, feridos, detidos, sequestrados ou impedidos de cumprir seus deveres para salvar vidas. As Nações Unidas estimam que uma média de 280 trabalhadores desse setor sofrem ataques por ano, um número que corresponde cinco vítimas por semana.

Este ano, o Dia Mundial de Assistência Humanitária marca 10º aniversário do ataque com um veículo-bomba ao prédio da ONU em Bagdá, que deixou 24 mortos. Entre as vítimas estava o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, que era representante máximo das Nações Unidas no Iraque. Outras dezenas de pessoas ficaram feridas no atentado.

Na entrada da ONU, em Nova Iorque, está exposta a bandeira da organização que estava hasteada no prédio do Canal Hotel no momento do ataque em Bagdá. É nesse ponto na sede da organização que vários trabalhadores realizam uma cerimônia para lembrar o pessoal que perdeu a vida na capital iraquiana.

Fonte: Site Vatican News

Canta e caminha: as músicas que acompanham a caminhada de Francisco

O-coral-da-Capela-SistinaLírica e milonga: dois gêneros musicais completamente diferentes, mas igualmente apreciados pelo Papa Francisco.

De fato, o gosto musical do Pontífice pode ser definido como eclético, desenvolvido a partir de duas influências marcantes: a da mãe e a de seu país natal.

“Não sei cantar, mas gosto de ouvir”

Em entrevistas e encontros no decorrer desses anos de pontificado, Francisco mais de uma vez falou de seus gostos musicais. Com a sua mãe, aprendeu a estimar a lírica.

“Não sei cantar, mas gosto de ouvir”, disse o Papa falando aos participantes do 40° Congresso Internacional dos “Pueri Cantores”, em dezembro de 2015.

“Quando eu era criança — nós somos cinco irmãos — quando éramos pequenos, a mãe, ao sábado, às duas da tarde, fazia-nos sentar diante do rádio para ouvir. E que ouvíamos? Todos os sábados era transmitida uma obra [lírica]. E a mãe ensinava-nos como era aquela obra, explicava: «Ouçam como canta…». E quando eu era criança sentia o prazer de ouvir cantar.

O canto educa a alma

Para Francisco, o canto educa a alma. “Santo Agostinho diz uma frase muito bonita. (…) Diz assim: «Canta e caminha». A vida cristã é um caminho, mas não é um caminho triste, é um caminho jubiloso.”

“Et Incarnatus est” da Missa em Dó menor de Mozart é a preferida do Papa. “É insuperável: leva-o a Deus! Mozart preenche-me: não posso pensá-lo, devo ouvi-lo”, disse em entrevista ao jornalista Antonio Spadaro no início do seu pontificado.

As Paixões de Bach também foram citadas por Francisco. A ária de que mais gosta é “Erbarme dich, mein Gott”. E definiu como “sublime” o pranto de Pedro da Paixão segundo São Mateus.

O ritmo que fazia o jovem Bergoglio dançar

Se de sua mãe aprendeu a apreciar a admirar a música clássica, suas raízes natais lhe deram o gosto pelo tango e pela milonga, como revelou no livro-entrevista “O Jesuíta”.

Ada Falcon é citada como uma de suas cantoras preferidas. Parente do tango é o estilo conhecido como milonga, que representa a contribuição dos afrodescendentes. O ritmo é menos nostálgico, deixando de lado a tristeza e acrescentando alegria e diversão. Era a milonga que fazia o jovem Bergoglio dançar.

Fonte: Site Vatican News

“Levante a voz pela Amazônia”, pede CNBB em nota

Nota-da-Presidência-1200x762 cA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota sobre a situação em que classifica de “absurdos incêndios” e outras criminosas depredações em curso na Amazônia. Estas atitudes, segundo o documento, requerem posicionamentos adequados. “É urgente que os governos dos países amazônicos, especialmente o Brasil, adotem medidas sérias para salvar uma região determinante no equilíbrio ecológico do planeta – a Amazônia. Não é hora de desvarios e descalabros em juízos e falas”, diz a nota.

No documento, a CNBB ressalta que Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, convocado pelo papa Francisco para outubro próximo, no cumprimento de sua tarefa missionária e da evangelização, é sinal de esperança e fonte de indicações importantes no dever de preservar a vida, a partir do respeito ao meio ambiente.

Confira, abaixo, a íntegra o documento:


Nota da CNBB


O povo brasileiro, seus representantes e servidores têm a maior responsabilidade na defesa e preservação de toda a região amazônica. O Brasil possui significativa extensão desse precioso território, com o rico tesouro de sua fauna, flora e recursos hidrominerais. Os absurdos incêndios e outras criminosas depredações requerem, agora, posicionamentos adequados e providências urgentes. O meio ambiente precisa ser tratado nos parâmetros da ecologia integral, em sintonia com o ensinamento do Papa Francisco, na sua Carta Encíclica Laudato Si’, sobre o cuidado com a casa comum.

“Levante a voz pela Amazônia” é um movimento, agora, indispensável, em contraposição aos entendimentos e escolhas equivocados. A gravidade da tragédia das queimadas, e outras situações irracionais e gananciosas, com impactos de grandes proporções, local e planetária, requerem que, construtivamente, sensibilizando e corrigindo rumos, se levante a voz.

É hora de falar, escolher e agir com equilíbrio e responsabilidade, para que todos assumam a nobre missão de proteger a Amazônia, respeitando o meio ambiente, os povos tradicionais, os indígenas, de quem somos irmãos. Sem assumir esse compromisso, todos sofrerão com perdas irreparáveis.

O Sínodo dos bispos sobre a Amazônia, outubro próximo, em sintonia amorosa e profética com a convocação do Papa Francisco, no cumprimento da tarefa missionária e da evangelização, é sinal de esperança e fonte de indicações importantes no dever de preservar a vida, a partir do respeito ao meio ambiente.

“Levante a voz” para esclarecer, indicar e agir diferente, superar os descompassos vindos de uma prolongada e equivocada intervenção humana, em que predomina a “cultura do descarte” e a mentalidade extrativista. A Amazônia é uma região de rica biodiversidade, multiétnica, multicultural e multirreligiosa, espelho de toda a humanidade que, em defesa da vida, exige mudanças estruturais e pessoais de todos os seres humanos, Estados e da Igreja.

É urgente que os governos dos países amazônicos, especialmente o Brasil, adotem medidas sérias para salvar uma região determinante no equilíbrio ecológico do planeta – a Amazônia. Não é hora de desvarios e descalabros em juízos e falas. “Levante a voz” na voz profética do Papa Francisco ao pedir, a todos os que ocupam posições de responsabilidade no campo econômico, político e social: “Sejamos guardiões da criação”.

Vamos construir juntos uma nova ordem social e política, à luz dos valores do Evangelho de Jesus, para o bem da humanidade, da Panamazônia, da sociedade brasileira, particularmente dos pobres desta terra. É indispensável para promovermos e preservarmos a vida na Amazônia e em todos os outros lugares do Brasil. Em diálogos e entendimentos lúcidos, que se “levante a voz”!


Brasília-DF, 23 de agosto de 2019


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: Site da CNBB

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