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Leia maisCNBB lança texto base da Campanha da Fraternidade 2022
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acaba de lançar, por meio da Edições CNBB, o Texto-Base da Campanha da Fraternidade (CF) 2022. No próximo ano, a CF tem como tema: “Fraternidade e Educação”. O lema é: “Fala com sabedoria, ensina com amor”, (Pr 31,26).
Na apresentação da publicação, a presidência da CNBB destaca que “a Quaresma é um tempo favorável para a conversão do coração ”. A CF é realizada pela Igreja no Brasil desde 1964. Ela tem como propósito de ser um caminho para que os cristãos vivam a espiritualidade quaresmal. A ideia é impulsionar a mudança e transformação pessoal rumo à solidariedade.
Realidade da educação
A apresentação do texto-base afirma que a realidade da educação exige profunda conversão de todos. “Verdadeira mudança de mentalidade, reorientação da vida, revisão das atitudes e busca de um caminho que promova o desenvolvimento pessoal integral, a formação para a vida fraterna e a cidadania”, diz trecho.
O documento convida todos a ver a realidade da educação em diversos âmbitos. Objetivo é iluminá-la com a Palavra de Deus, encontrando e redescobrindo meios eficazes que favoreçam processos mais adequados e criativos. A CF defende que ninguém seja excluído de um caminho educativo integral que humanize, promova a vida e estabeleça relações de proximidade, justiça e paz.
Trata-se, em 2022, da terceira vez que a Igreja no Brasil vai aprofundar o tema da educação em uma Campanha da Fraternidade. Desta vez, a reflexão será impulsionada pelo Pacto Educativo Global, convocado pelo Papa Francisco.
“Ao longo da caminhada quaresmal, em que a conversão se faz meta primeira, recebemos o convite para busca os motivos de nossas escolhas em todas as ações e, por certo, naquelas que dizem respeito mais diretamente ao mundo da educação”, convida a presidência da CNBB.
Fonte: Site Notícias Canção Nova
Igreja a caminho: secretário da PUM comenta intenção de oração do Papa
Neste mês de agosto, a intenção de oração do Papa Francisco é sobre a situação da Igreja, sua vocação e sua identidade. O Papa destaca a vocação própria da Igreja, que é evangelizar, e sonha com uma “opção ainda mais missionária”.
O desejo é de uma Igreja que vá ao encontro do outro sem fazer proselitismo. Uma instituição que transforme todas as suas estruturas para a evangelização do mundo atual.
O secretário nacional da Pontifícia União Missionária (PUM), padre Antônio Niemiec, CSsR, comenta o tema “A Igreja a caminho” da intenção deste mês. Ele afirma que o Papa Francisco, como um ancião bíblico, reaviva a memória da Igreja. O desejo é recordar a essência diante do perigo da relativização ou esquecimento.
“Na Bíblia, a função do idoso, do ancião é recordar os acontecimentos do passado, contar e recontar história, reavivar a memória para ajudar a conservar a identidade. O nosso Papa, já idoso, também neste mês de agosto, cumpre profeticamente sua responsabilidade de recordar à Igreja sua vocação e identidade missionária.”
Evangelizar
“O nosso Papa, já idoso, também neste mês de agosto, cumpre profeticamente sua responsabilidade de recordar à Igreja sua vocação e identidade missionária”.
O sacerdote lembra que a vocação e a identidade da Igreja é evangelizar, conforme o dizia o Papa Paulo VI. “A missão evangelizadora constitui de fato a graça e a vocação própria da Igreja, sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar”.
“Na mensagem referente à intenção de oração para este mês, o Papa insiste sobre a necessidade da reforma da Igreja e essa reforma deve começar por nós mesmos, a partir da vida de cada cristão, à luz do Evangelho. Ele alerta que não será possível realizar essa reforma sem fazermos uma clara opção missionária que nos faz sair ao encontro dos outros, mas sem fazer proselitismo.”, afirma o sacerdote.
Caminho, estilo de vida de Jesus e seus seguidores
Essa identidade missionária é uma realidade dinâmica, ligada ao “caminho”, uma realidade assumida pelo próprio Jesus Cristo e muito cara aos cristãos das origens. Segundo padre Antônio, o caminho define e caracteriza o estilo de vida dos cristãos porque assim foi a vida de Jesus Cristo. Depois da sua ressurreição, Cristo continua caminhando com seus discípulos, como protagonista do caminho da Igreja.
“A Igreja se edifica quando percorre o caminho com seriedade, apesar das perseguições que não poderão detê-la, porque Deus a dirige pelo Espírito. A parusia do Senhor colocará fim a todo este caminho de salvação.”
O sacerdote lembra ainda que “ir” é estar a caminho, em movimento, sair ao encontro das pessoas para dar-lhes a graça de se tornarem discípulas. Consequentemente, “a atividade missionária é a principal e a mais sagrada atividade da Igreja” (Ad Gentes, 29).
O próprio Papa Francisco destaca que a Igreja deve ser em saída ou não é a Igreja de Cristo. A Igreja deve se colocar a caminho, “primeirear”, envolver-se, de modo que os evangelizadores contraiam o “cheiro de ovelha”, e as ovelhas escutem a sua voz (cf. Evangelii Gaudium, 24).
Desafios, oração e serviço
O padre lembra que uma grande tentação que pode acometer os cristãos é o desinteresse pelos outros, especialmente pelos mais frágeis. Mas diante de tantas dores e feridas, a solução é ser como o Bom Samaritano.
“Jesus nos convida a sermos uma missão, isto é, ir, colocar-se a caminho e fazer o bem a quem necessita”.
“Diante do caído, do necessitado, só existem dois tipos de pessoas: aquelas que cuidam do sofrimento e aqueles que passam ao largo. É a hora da verdade. Jesus nos convida a sermos uma missão, isto é, ir, colocar-se a caminho e fazer o bem a quem necessita.”
O padre ressalta que o Pontífice, na oração que propõe para este mês, também fala da vocação própria da Igreja, que é evangelizar, e da necessidade da reforma da Igreja. Exorta-nos que essa reforma deve começar por nós mesmos, através de experiências concretas. Entre as práticas, ele destaca a oração, a caridade e o serviço.
“Na verdade, trata-se das mesmas práticas que os Papas propõem à Igreja, há muitos anos, ao recordar aos cristãos da sua responsabilidade de cooperar com a missão de Deus, através de formas concretas. Anualmente, o dever de cooperar e os modos dessa cooperação nos são lembrados por ocasião Dia Mundial das Missões”.
Igreja no Brasil e caminhada missionária
Padre Antônio afirma que, após o Concílio Vaticano II, também a Igreja no Brasil rearticulou e impulsionou sua caminhada missionária.
Diversas iniciativas de animação, formação e cooperação missionária surgiram a partir de 1972. Alguns exemplos: a criação do Centro Cultural Missionário (CCM), o início da celebração do Mês Missionário e da Campanha Missionária, o surgimento de revistas missionárias (Sem Fronteiras, Kosmos, Missões, Mundo e Missão), a criação do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), a unificação das Pontifícias Obras Missionárias (POM), entre outras.
“Uma iniciativa, de grande importância foi a implantação do Programa Igrejas-Irmãs, desde 1972, que, por meio de diversos projetos, favoreceu ajuda e comunhão entre Igrejas particulares e continua produzindo excelentes frutos.”
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) mantém um projeto de ajuda e colaboração com a Igreja no Timor-Leste, país muito destruído pela guerra. Outro projeto ad gentes além-fronteiras da Igreja no Brasil é com a Guiné Bissau, iniciado em 2006. E há ainda outros projetos ad gentes além-fronteiras que envolvem diversas instâncias da Igreja no Brasil, lembra o padre.
Ação Evangelizadora
Uma das expressões claras e bem visíveis dessa renovada consciência e caminhada missionária, na Igreja no Brasil, são as últimas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023 e o Programa Missionário Nacional 2019-2023.
“Nesses documentos, a missão é considerada como eixo fundamental da vida e da pastoral, identidade, e não apenas como uma dimensão, uma atividade ou um pilar. Essa identidade missionária revela-se no modo de ser, de viver e de agir dos discípulos missionários, membros da Igreja.”
Para os próximos anos, a Igreja no Brasil se compromete a colocar em prática algumas prioridades que estão no Programa Missionário Nacional. Entre elas, formação, animação missionária, missão ad gentes e compromisso social-profético.
Fonte: Site Notícias Canção Nova
Gabinete Episcopal de Eparca Melquita é inaugurado em Juiz de Fora
Na noite dessa segunda-feira, 23 de agosto, foi inaugurado, em Juiz de Fora, o Gabinete Episcopal de Dom George Khoury, Bispo da Eparquia Nossa Senhora do Paraíso dos Greco-Melquitas, sediada em São Paulo. A cerimônia ocorreu após Santa Missa presidida pelo Eparca e concelebrada pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, na Igreja Melquita.
A Eucaristia, celebrada no rito oriental, também contou com a participação do Frei Flávio Henrique de Castro, pmPN e do Padre Alexandrino Augusto Ribeiro Gomes de Pinho. Os termos “comunhão” e “unidade” marcaram a celebração, sendo destacadas por ambos os bispos durante a homilia, quando dividiram a palavra.
“É um irmão que chega para colaborar. Ele vem para ter o seu gabinete aqui na nossa cidade, dentro dos limites da Paróquia São Jorge, para instruir, para representar a unidade, seja com o povo descendente sírio-libanês, seja com toda a Arquidiocese de Juiz de Fora”, afirmou Dom Gil. A presença do Eparca, sublinhou o Pastor, é enriquecedora e um incremento ao espírito e desejo sinodais de caminhar sempre juntos. “Eu o recebo com muita alegria e satisfação, e, como ele, também desejo que caminhemos sempre, cada vez mais unidos, pela glória do Senhor, pela Igreja de Jesus Cristo.”
O Arcebispo ressaltou que a Igreja Melquita seguirá as determinações pastorais arquidiocesanas. “Apenas o rito é diferente, mas é uma paróquia integrada à vida pastoral da Arquidiocese de Juiz de Fora. Portanto, tudo aquilo que for exigido em outras paróquias em relação à preparação para o Batismo, para o casamento e outras ocasiões, será exigido também aqui.”
No mesmo sentido, Dom George Khoury afirmou que os bispos são irmãos, que devem sempre trabalhar juntos pelo crescimento do povo de Deus. “Não há lugar para divisão. Como a nossa igreja está situada em Juiz de Fora, devemos sempre trabalhar em comunhão com a Igreja local, respeitando o nosso irmão no Episcopado, como ordinário local dos católicos do rito latino. Gostaria de agradecer muito a sua excelência, meu irmão no episcopado, Dom Gil, pela colaboração, pelo apoio, pela força, pela amizade.”
A intenção do Eparca é que até o final do ano um padre melquita assuma os trabalhos da Paróquia São Jorge, sediada na Igreja Melquita. Atualmente, ela tem como Administrador Paroquial o Padre Geraldo Luiz Alves Silva. O sacerdote pertencente à Diocese de Leopoldina e reside em Juiz de Fora, onde trabalha como Vigário Judicial do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e também como Pároco da Paróquia São Benedito.
Após a Santa Missa, Dom George e Dom Gil descerraram duas placas no exterior da igreja: uma indicando a presença do Gabinete Episcopal e outra em homenagem aos doadores que auxiliaram no revestimento do templo religioso em 1999.
Clique aqui e confira outras fotos.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
CNBB oferece momento de formação sobre o texto-base da Campanha da Fraternidade 2022
Na preparação para a Campanha da Fraternidade (CF) 2022, a Edições CNBB oferece no próximo sábado, 28 de agosto, às 9h, uma formação sobre o texto-base conduzida pelo Secretário-Executivo de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Patriky Samuel Batista. O evento será transmitido ao vivo, pelas redes sociais da editora e da CNBB.
O momento formativo será ocasião para conhecer melhor as reflexões propostas pelo tema “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31, 26). Padre Patriky explica que a CF 2022 se propõe a pensar a educação integral no horizonte do Pacto Educativo Global do Papa Francisco e que seu grande enfoque “é nos ajudar a pensar qual a contribuição da experiência da fé cristã na educação integral”.
O Secretário-Executivo de Campanhas da CNBB também destaca que o olhar da Igreja para a educação hoje não pode se esquecer do cenário pandêmico que estamos vivendo: “O que a pandemia revelou da nossa cultura no que diz respeito à educação, tanto a evasão escolar, o desafio dos professores, o ensino remoto? Quais os impactos na nossa educação? Tudo isso vamos refletir e apresentar como o texto-base aborda todos esses elementos, lembrando que o texto base é essa primeira inspiração para motivar o debate, para iniciar uma boa conversa”.
Durante o encontro de formação, Padre Patriky também vai falar sobre a dinâmica da Campanha da Fraternidade como um dos modos de viver a espiritualidade quaresmal.
Confira e compartilhe o convite:
Fonte: Site da CNBB

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