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Leia maisPílulas milagrosas da Beata Nhá Chica são tema de livro do Padre Cássio Barbosa de Castro
O Padre Cássio Barbosa de Castro está lançando o livro “Dos Santos Padres à Pílula da Beata Nhá Chica”. Esta será a sexta obra publicada pelo sacerdote, que é o atual Pároco da Paróquia Cristo Rei, em Juiz de Fora, e responsável pela difusão da devoção à Francisca de Paula de Jesus na região.
Padre Cássio é Mestre em Teologia Patrística e História da Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália) e, por isso, inicia o livro apontando os fundamentos da fé católica, sobretudo da Mariologia, a partir dos Santos Padres, do primeiro ao oitavo século. O foco da obra, contudo, são os milagres alcançados através das pílulas de Nhá Chica, que era devota de Nossa Senhora.
Depois de uma breve biografia da beata mineira, e de indicar as orações e ladainhas feitas por seus devotos, o sacerdote explica a origem do medicamento milagroso, que de chá foi transformado em pílula pela farmacêutica Maria Arabela Dias de Castro Galil Silva, de São João Nepomuceno (MG). Os ingredientes, os mesmos apontados por Nhá Chica em sonho para Maria do Carmo Pereira de Rezende, em Baependi, em 1946: um dente de alho, uma pitada de sal, uma colher de sumo de picão preto e uma colher de azeite.
“Foi sem nenhum conhecimento de Botânica, nem de Farmacologia, muito menos de Infectologia ou Hepatologia, que a Beata Nhá Chica reuniu esses ingredientes numa única porção, com o intuito de restabelecer a saúde daquela mulher que suplicava por uma graça. Ela não poderia ter feito escolha melhor, segundo a Drª. Arabela, ao selecionar esses ingredientes simples, ao acesso de todos e sem efeitos colaterais”, aponta Padre Cássio. O presbítero, que também se formou Terapeuta Holístico, distribui as pílulas há cerca de dez anos. “Elas nos ajudam a curar, a trabalhar as doenças espirituais do nosso povo. Tudo isso nós devemos à Nhá Chica, esta leiga que caminha para a honra dos altares como santa”, completa.
Ao adquirir o livro, os fiéis contribuirão indiretamente com a Ermida São José e Santa Teresinha, na cidade de Santos Dumont (MG), onde há mais de vinte anos Padre Cássio realiza um trabalho de escuta e de atendimento psicológico, teológico, homeopático e espiritual. Os interessados na compra podem comparecer a algum dos eventos de lançamento ou ainda fazer encomendas na Paróquia Cristo Rei e na Ermida sandumonense.
Eventos de lançamento
O primeiro local a sediar o lançamento de “Dos Santos Padres à Pílula da Beata Nhá Chica” será a Capela Nossa Senhora da Visitação, localizada no Bairro Boa Vista, em Juiz de Fora. O evento será realizado no próximo sábado, 22 de janeiro, após a Celebração Eucarística marcada para as 19h30.
A apresentação do livro ainda ocorrerá nas cidades de Santos Dumont (MG), Bicas (MG), São João Nepomuceno (MG) e Baependi (MG), onde viveu a Beata Nhá Chica. Em todos os locais, haverá distribuição das pílulas e testemunhos de graças recebidas.
Confira os dias e horários:
1) Capela Nossa Senhora da Visitação – Juiz de Fora
Dia 22 de janeiro, às 19h30, com Celebração Eucarística
2) Ermida São José e Santa Teresinha – Santos Dumont
Dia 31 de janeiro, às 15h, com Celebração Eucarística
3) Boutique Vivazz – Santos Dumont
Dia 1º de fevereiro, de 9h às 12h, manhã de autógrafos
4) Espaço Cultural Doutor Jorge Franklin – Bicas
Dia 5 de fevereiro, às 20h, com coquetel de lançamento
5) Santuário Nossa Senhora da Conceição – Baependi
Dia 7 de fevereiro, às 12h, com oração de agradecimento
6) Farmácia Singularis – São João Nepomuceno
Dia 11 de fevereiro, às 18h, com distribuição das pílulas da Beata Nhá Chica e chás medicinais
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Entidades Signatárias do “Pacto pela Vida e pelo Brasil” defendem imunização da população infanto-juvenil contra a Covid-19
As entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil publicaram uma Nota na qual defendem a imunização da população infanto-juvenil, a exemplo do que vem ocorrendo em vários países, em sinal de lucidez, responsabilidade e profundo sentido ético em relação aos milhões de crianças e adolescentes brasileiros.
“Sabia-se que a vacinação teria que chegar às crianças, protegendo-as de um vírus contagioso e mutante, com impactos diversos sobre o organismo. No entanto, chegada a hora, mais uma vez armou-se o circo da insensatez no Brasil, buscando semear o tumulto e afastar o país do seu destino”, diz o documento.
As entidades enaltecem o sucesso das campanhas de vacinação, no Brasil, que controlaram doenças que assombraram a população infantil e tantas famílias – entre elas, o sarampo e a poliomielite – e pelas quais o país conquistou reconhecimento internacional pelo seu programa de imunização.
Por outro lado, reforça que “hoje não se pode aceitar a campanha de sabotagem em torno da vacinação pediátrica, no curso de uma pandemia ainda longe de ser controlada, desprezando o direito à vida e à saúde de uma faixa etária com cerca de 69 milhões de brasileiros — porque é disso que se trata, em flagrante desrespeito à Constituição e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”.
As entidades conclamam mães, pais, familiares e professores a exigir do Estado brasileiro o que é preciso neste momento, para garantir não só a saúde, mas o futuro dos mais jovens. Leia, abaixo, a íntegra ou no arquivo em PDF.
PACTO PELA VIDA DAS CRIANÇAS BRASILEIRAS
Nós, entidades signatárias do Pacto pela Vida e Pelo Brasil, lançado em 7 de abril de 2020 face ao agravamento da pandemia, voltamos a unir nossas vozes no clamor por aqueles que assistem, silentes e sem poder de ação, a situações que colocam em risco a sua própria vida. Falamos de milhões de crianças e adolescentes brasileiros, sobre os quais é urgente pensar com lucidez, responsabilidade e profundo sentido ético.
O enfrentamento da Covid-19, no curso de uma crise sanitária que abalou o mundo, prenunciou a necessidade de imunização da população infanto-juvenil, como já vem ocorrendo em vários países. Sabia-se que a vacinação teria que chegar às crianças, protegendo-as de um vírus contagioso e mutante, com impactos diversos sobre o organismo. No entanto, chegada a hora, mais uma vez armou-se o circo da insensatez no Brasil, buscando semear o tumulto e afastar o país do seu destino.
Manobras para desacreditar as vacinas, com o bombardeio incessante de declarações infundadas, têm tão somente por finalidade minar a confiança dos pais diante do que é correto e inadiável fazer: vacinar as crianças, garantindo-lhes proteção diante de um agente infeccioso grave.
O Brasil, e não é de hoje, conquistou reconhecimento internacional pelo seu programa de imunização. Gerações cresceram atendendo às convocações para vacinações diversas e assim foi possível controlar doenças que assombraram a população infantil e tantas famílias — entre elas, o sarampo e a poliomielite. Imunizou-se muito e bem, num país de dimensão continental e grande desigualdade.
Hoje não se pode aceitar a campanha de sabotagem em torno da vacinação pediátrica, no curso de uma pandemia ainda longe de ser controlada, desprezando o direito à vida e à saúde de uma faixa etária com cerca de 69 milhões de brasileiros — porque é disso que se trata, em flagrante desrespeito à Constituição e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Estarrece constatar que tal situação esteja acontecendo no país que, tristemente, tornou-se um dos recordistas de mortes por Covid no planeta – cerca de 622 mil óbitos até o momento, boa parte deles evitável.
Declarações enganosas de autoridades do governo, na contramão do que tem sido feito pela autoridade sanitária, a Anvisa, poderiam sugerir que o Brasil pouco ou nada aprendeu nesses mais de dois anos de luta contra o vírus. Que falhamos como Nação. Que abrimos mão de compromissos éticos. Que retrocedemos no tempo. Mas, não nos enganemos: a sociedade brasileira não vive dentro da bolha do negacionismo. Ela conhece muito bem a dura realidade, sente na pele os desafios, escuta o que diz a ciência e assim defenderá o direito à vacina infantil, contra o SARS-CoV-2.
Certos disso, conclamamos governadores e prefeitos a não poupar esforços para que a imunização pediátrica avance rapidamente pelo país, em grandes mutirões, alcançando todas as crianças, e sem esquecer jamais das que vivem em condição de vulnerabilidade.
Conclamamos mães, pais, familiares e professores a exigir do Estado brasileiro o que é preciso neste momento, para garantir não só a saúde, mas o futuro dos mais jovens. E, por fim, mas não por último, conclamamos cidadãos e cidadãs a formar conosco um cinturão de lucidez no enfrentamento da pandemia, que esperamos ver superada. Como uma sociedade livre e democrática, construída sobre os pilares da ética, do bom senso e do bem comum, sairemos disso mais fortes.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo,
presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB
Felipe Santa Cruz,
presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB
José Carlos Dias,
presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns – Comissão Arns
Luiz Davidovich,
presidente da Academia Brasileira de Ciências – ABC
Paulo Jeronimo de Sousa,
presidente da Associação Brasileira de Imprensa – ABI
Renato Janine Ribeiro,
presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC
*Fonte: Site da CNBB
Papa visita Embaixada da Federação Russa junto à Santa Sé
O Papa Francisco foi nesta sexta-feira (25), à Embaixada da Federação Russa junto à Santa Sé, na Via Della Conciliazione. Durante a visita, que durou mais de meia hora, o Pontífice expressou sua preocupação com a guerra na Ucrânia.
Na quarta-feira, 23, antes do início da invasão russa à Ucrânia, o Santo Padre convocou para o dia 2 de março, Quarta-Feira de Cinzas, um dia de jejum e oração pela paz. Na ocasião, o Papa frisou:
“Tenho uma grande tristeza em meu coração com o agravamento da situação na Ucrânia. Apesar dos esforços diplomáticos das últimas semanas, cenários cada vez mais alarmantes estão se abrindo. Como eu, muitas pessoas ao redor do mundo estão experimentando angústia e preocupação. Mais uma vez, a paz de todos está ameaçada por interesses de parte”.
Francisco pediu aos responsáveis políticos que façam um sério exame de consciência diante de Deus, que é o Deus da paz e não da guerra. Ressaltou que o desejo de Deus é de que todos sejam irmãos, não inimigos.
E para a Quarta-Feira de Cinzas, dia já tradicional de jejum e oração na Igreja, pelo início da Quaresma, Francisco acrescentou uma intenção especial: a paz. Ele fez um convite a todos – crentes e não crentes – para participarem desta iniciativa.
Invasão Russa
Durante a madruga (pelo horário de Brasília) de quinta-feira, 24, a Rússia lançou operações militares na Ucrânia. A operação autorizada pelo presidente russo, Wladimir Putin, é uma resposta ao apelo dos líderes das duas autoproclamadas repúblicas na região de Donbass. Na segunda-feira, 21, Putin assinou dois decretos reconhecendo “a República Popular de Lugansk” e “a República Popular de Donetsk” como estados independentes e soberanos.
Para o presidente russo, a expansão da OTAN e seu uso do território ucraniano são inaceitáveis. E afirmou: “Qualquer um que tente criar obstáculos e interferir sabe que a Rússia responderá com consequências sem precedentes”.
O amanhecer na Ucrânia na quinta-feira foi com explosões e sirenes de alarmes também na capital Kiev. O presidente ucraniano, Volodymyr Zenlensky, pediu calma e informou que o país está adotando a lei marcial. “Detenham a guerra e Putin”, escreveu Zelensky em seu Twitter. O presidente também afirmou que os militares ucranianos estão respondendo aos ataques.
Pronunciamento do Estado do Vaticano
O secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, emitiu uma declaração após o início do ataque militar da Rússia contra a Ucrânia. O cardeal diz que, infelizmente, tornam-se reais os trágicos cenários que todos temiam.
O purpurado frisou que ainda há tempo para a boa vontade e espaço para a negociação. Ele pede que se mantenha firme a esperança e que se prossigam as orações e o jejum.
“Ainda há lugar para o exercício de uma sabedoria que impeça prevalecer os interesses de parte, que proteja as legítimas aspirações de cada um e poupe o mundo da loucura e dos horrores da guerra. Nós crentes não perdemos a esperança de um vislumbre de consciência daqueles que tem em mãos os destinos do mundo. E continuemos a rezar e jejuar – o faremos na próxima Quarta-feira de Cinzas – pela paz na Ucrânia e no mundo todo”.
Fonte: Site Notícias Canção Nova
Papa Francisco envia mensagem por ocasião da abertura da Campanha da Fraternidade
O Papa Francisco deseja ao Brasil que o Tempo Quaresmal seja ocasião de “verdadeira conversão” e que as sementes lançadas ao longo deste caminho frutifiquem “em ações concretas a favor de uma educação integral e de qualidade”. Assim ele expressou seus votos no início da Quaresma deste ano, com a Mensagem por ocasião da abertura da Campanha da Fraternidade 2022.
Francisco recordou o início da caminhada quaresmal, salientando as práticas penitenciais do jejum, da esmola e da oração pelas quais, neste tempo, se vai “ao encontro pessoal e renovador com o Ressuscitado, em quem temos a verdadeira vida e do qual devemos ser fiéis testemunhas”.
Sobre o tema da CF deste ano, Francisco destacou ser importante refletir sobre a relação entre “Fraternidade e Educação”, “fundamental para a valorização do ser humano em sua integralidade, evitando a ‘cultura do descarte’ – que coloca os mais vulneráveis à margem da sociedade – e despertando-o para a importância do cuidado da criação”.
“Ao olhar para a sociedade hodierna, percebe-se de maneira muito clara a urgência em adotar ações transformadoras no âmbito educativo a fim de que tenhamos uma educação promotora da fraternidade universal e do humanismo integral”, observa Francisco, destacando o convite para o Pacto Educativo Global.
A CF 2022, para o Papa, é oportunidade para “reconhecer e valorizar a importante missão da Igreja no âmbito educativo”. E neste contexto da abordagem da educação, o pontífice apresentou dois desejos para a vivência da Campanha da Fraternidade no Brasil.
Confira a mensagem na íntegra.
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO POR OCASIÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2022
Queridos irmãos e irmãs do Brasil!
Ao iniciarmos a caminhada quaresmal de conversão rumo à celebração do Mistério Pascal de Cristo, nos dispomos a ouvir o chamado de Deus que deseja conduzir-nos, através das práticas penitenciais do jejum, da esmola e da oração, ao encontro pessoal e renovador com o Ressuscitado, em que temos a verdadeira vida e do qual devemos ser fiéis testemunhas.
Para auxiliar os fiéis nesse percurso de encontro, a Igreja no Brasil propõe à reflexão de todos, na Campanha da Fraternidade deste ano, o importante tema da relação entre “Fraternidade e Educação”, fundamental para a valorização do ser humano em sua integralidade, evitando a “cultura do descarte” – que coloca os mais vulneráveis à margem da sociedade – e despertando-o para a importância do cuidado da criação.
Efetivamente, ao olhar para a sociedade hodierna, percebe-se de maneira muito clara a urgência em adotar ações transformadoras no âmbito educativo a fim de que tenhamos uma educação promotora da fraternidade universal e do humanismo integral, como recordado no convite para um Pacto Educativo Global: “Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna” (Mensagem, 12/IX/19).
Ao mesmo tempo que se reconhece e valoriza a responsabilidade dos governos na tarefa de auxiliar as famílias na educação dos filhos, garantindo a todos o acesso à escola, deve-se igualmente reconhecer e valorizar a importante missão da Igreja no âmbito educativo: “As religiões sempre tiveram uma relação estreita com a educação, acompanhando as atividades religiosas com as educativas, escolares e acadêmicas. Como no passado, também hoje queremos, com a sabedoria e a humanidade das nossas tradições religiosas, ser estímulo para uma renovada ação educativa que possa fazer crescer no mundo a fraternidade universal” (Discurso, 5/X/21).
Desejo de todo o coração que a escolha do tema “Fraternidade e Educação” torne-se causa de grande esperança em cada comunidade eclesial e de efetiva renovação nas escolas e universidades católicas, a fim de que, tendo como modelo de seu projeto pedagógico a Cristo, transmitam a sabedoria educando com amor, tornando-se assim modelos desta formação integral para as demais instituições educativas.
Desejo igualmente, queridos irmãos e irmãs, que o itinerário quaresmal, iluminado pela reflexão proposta, seja ocasião de verdadeira conversão e que as sementes lançadas ao longo deste caminho encontrem nos corações dos fiéis a boa terra onde possam frutificar em ações concretas a favor de uma educação integral e de qualidade.
Confiando estes votos aos cuidados de Nossa Senhora Aparecida e como penhor de abundantes graças celestes que auxiliem as iniciativas nascidas a partir da Campanha da Fraternidade, concedo de bom grado a todos os filhos e filhas da querida nação brasileira, de modo especial àqueles que se empenham por uma educação mais fraterna, a Bênção Apostólica, pedindo que continuem a rezar por mim.
Roma, São João de Latrão, 10 de janeiro de 2022.
Franciscus
Fonte: Site da CNBB

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