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Leia maisComissão Vida e Família lança itinerário para encontro de casais em nova união, baseado na Amoris Laetitia
A Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou, nesta semana, o material “Bom Pastor: Itinerário para Encontro de Casais em Nova União”. A publicação tem o intuito de ser uma referência para as ações pastorais voltadas à acolhida dos casais que vivem nessa situação e que buscam fidelidade a Cristo.
O itinerário orienta a atuação do Setor Casos Especiais da Pastoral Familiar na condução do Encontro Bom Pastor, em consonância com o capítulo oito da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, do Papa Francisco. O intuito maior “é o de levar a reflexão sobre a situação em que se encontram os casais em nova união, acolhê-los, fazer discernimento e integrá-los na vida da Igreja”.
Estrutura
O itinerário é oferecido em formato físico e com matérias de apoio no digital. Com a compra do livro, aqueles que farão o acompanhamento terão acesso ao complemento do conteúdo disponibilizado pela Comissão Vida e Família, com vídeos e textos adicionais. O material está dividido em cinco partes: objetivos do itinerário; método e orientações gerais para o encontro; sugestão de cronogramas; síntese das atividades, palestras, dinâmicas e círculos; e equipes que irão promover os encontros.
Acolhida
O assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, padre Crispim Guimarães, ressalta a importância do acolhimento e do discernimento. “Nesse processo de assimilação da Amoris Laetitia, percebemos que nenhuma etapa da vida da família pode ficar sem ter algo a ser feito, aprofundado”, contou. “A Igreja quer se aproximar das pessoas para mostrar que Jesus é misericordioso”, completou.
Padre Fernando Francisco, assessor que contribuiu para a elaboração do Itinerário Bom Pastor, destaca que a beleza desse material é ter sido construído por muitas pessoas que se doaram por realizar esse trabalho. “Ele é um guia, orienta o trabalho, que já é um sucesso. Foi importante mapear o encontro como ocorre em todo o país. Ele é feito a partir de experiências concretas, não foi construído em escritórios, mas com a vida”, disse. O assessor reforça que a iniciativa só vem para fortalecer e acolher essas pessoas que querem encontrar o seu lugar na Igreja.
“O itinerário é um encontro espiritual com Cristo. Há documentos que nos baseiam, mas se você não tiver um encontro pessoal com Cristo, não entenderá o que é ser esta ovelha nos ombro do Bom Pastor. Não estamos lá para falar sobre a Eucaristia, sobre o processo de nulidade, mas para falar que somos filhos amados de Deus. E a graça de Deus supera tudo”, explica padre Fernando Francisco.
Afrânio e Flávia, coordenadores do Setor de Casos Especiais durante a preparação do material, apontam que o Itinerário era uma necessidade que se apresentava há muito tempo. “Precisamos de algo estruturado para orientar as equipes que vão realizar o acompanhamento nas comunidades, paróquias e dioceses”, disse Afrânio. “Ao centrar todo o encontro na Palavra, na acolhida, no sim da Igreja, houve uma preocupação principal na acolhida destas famílias fragilizadas”, completou Flávia.
O casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Alisson e Solange Schila, ressalta a importância da Igreja propor a iniciativa para estas famílias. “Como o Bom Pastor, devemos ser essa igreja que acolhe e que transmite essa pastoralidade a todos aqueles a quem chegarmos”, disse Alisson. “Essa ação vem cuidar com muito carinho dessa realidade pastoral”, completa Solange.
Fonte: Site da CNBB
“Nunca se canse de estar ao lado da vítima”, pede Francisco
No Regina Coeli, o Santo Padre saudou entre outros a Associação "Meter"* e seu fundador Pe. Fortunato Di Noto:
“Saúdo a Associação Meter e seu fundador, padre Fortunato Di Noto, que levam em frente o compromisso em prevenir e combater a violência contra menores, celebrando, hoje, o 27º Dia das Crianças, das crianças vítimas. Há 30 anos, defendem a infância de abusos e das violências. Estou próximo a vós, irmãos e irmãs, e acompanho-vos com a oração e o meu afeto: nunca vos canseis de estar do lado de quem é vítima, aí está o Menino Jesus que vos espera. Obrigado!”
Desde 1989, "Meter" e Pe. Fortunato, pioneiros na luta contra a pedofilia na Itália e no exterior, trabalham concretamente e cada vez mais contra todas as formas de violência, exploração e indiferença para garantir a cada criança o direito de viver sua inocência. A atuação pragmática, incisiva e transparente lhe rendeu reconhecimento como máxima autoridade no combate à pedofilia, à pornografia infantil on-line e à proteção da criança.
A Associação "Meter" nasceu em Avola (Siracusa), por vontade do seu fundador, Pe. Fortunato Di Noto, que entre 1989 e 1991 começou a desenvolver uma paixão pelas novas tecnologias: por um lado, ferramentas de comunicação funcionais e positivas, do outro difusão de horrores e violência.
O que Pe. Fortunato encontrou on-line foi um verdadeiro “holocausto” perpetrado através da produção e divulgação de materiais pedófilos ou em detrimento de menores.
A descoberta de imagens de pornografia infantil e as proclamações de pedofilia cultural empurraram Pe. Di Noto e os membros fundadores, que ainda o seguem, para aquela que teria sido sua missão: a luta contra a pedofilia e o abuso infantil, a proteção das crianças e de sua inocência.
* Daí a escolha do nome: a palavra “Meter” é de origem grega e significa “acolhimento, ventre” e, num sentido mais amplo, “proteção e acompanhamento”. Este nome nasce da necessidade de enraizar e promover a cultura dos direitos da infância nas realidades eclesiais e não eclesiais.
Fonte: Site da Canção Nova
Foto: Internet
Santo Padre reconhece virtudes heroicas de oito Servos de Deus
A Igreja terá em breve um novo beato, o sacerdote de Piacenza Giuseppe Beotti, morto pelos nazistas em 20 de julho de 1944. Durante a audiência deste sábado, 20 de maio, concedida ao cardeal Marcello Semeraro, prefeito do Dicastério das Causas dos Santos, o Papa Francisco autorizou a promulgação do Decreto que reconhece o martírio do sacerdote italiano. Também foram reconhecidas as virtudes heroicas de 8 Servos de Deus que, assim, se tornaram Veneráveis: são dois sacerdotes (o camaronês Simon Mpeke e o espanhol Pedro de la Virgen del Carmen), duas religiosas (a brasileira Tereza Margarida do Coração de Maria e a italiana Edda Roda) e quatro leigos (o jovem seminarista brasileiro Guido Vidal França Schäffer, o catequista italiano Arnaldo Canepa e duas italianas, Maria Cristina Ogier e Lorena D’Alessandro, que morreram ainda jovem devido a um tumor).
Testemunha de Jesus entre os doentes, os jovens e no esporte
O cuidado com os pacientes com Aids, a ajuda, o serviço médico e o trabalho de evangelização oferecido aos pobres e marginalizados nas favelas do Rio de Janeiro caracterizaram os anos de juventude de Guido Vidal França Schäffer, um jovem médico nascido em 1974 que, na década de 1990, junto com sua noiva e um padre, iniciou o grupo de oração Fogo do Espírito Santo na paróquia. Mais tarde, depois de participar, em 1997, do encontro das famílias por ocasião da visita de São João Paulo II ao Rio de Janeiro e, em 2000, de uma viagem à Europa para a beatificação dos protomártires brasileiros, ele decidiu entrar para o Seminário.
Ao mesmo tempo em que estudava, Guido se dedicava com entusiasmo à evangelização e à prática médica. Aqueles que o conheceram recordam sua profunda amizade com Jesus, sua familiaridade com os textos bíblicos e o entusiasmo com que falava do Senhor. Por amor a Deus, ele praticava o jejum e a penitência com simplicidade e discrição. Mesmo quando dava aulas de surfe, seu esporte favorito, iniciava o treinamento com oração. Em 2009, quando estava no mar, na praia do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, foi atingido na cabeça por sua prancha de surfe e morreu afogado.
Ajuda para aqueles que fugiam do nazismo
Giuseppe Beotti nasceu em 1912 em uma família de agricultores e tornou-se padre diocesano em 2 de abril de 1938. Ele se destacou imediatamente por sua assídua obra de caridade em favor dos necessitados e por seu compromisso com a educação dos jovens. Ele ofereceu sua ajuda a todos: resistentes, judeus, soldados e feridos. Durante a ocupação alemã, defendeu os direitos de seus paroquianos e, por isso, foi submetido a um processo penal que não deu em nada.
Ele abrigou e socorreu soldados em fuga, prisioneiros que haviam escapado de guerras, pessoas perseguidas, incluindo cerca de cem judeus que ele escondeu em casebres com a ajuda de seus paroquianos. Diante do perigo de prisões e represálias nazistas, ele não fugiu, mas permaneceu como um ponto de referência em sua igreja em Sidolo, na província de Parma, assíduo nas orações. Ele foi preso e fuzilado em 20 de julho de 1944 em Sidolo, juntamente com um padre e um seminarista que haviam se refugiado na igreja com ele. Seu assassinato foi motivado pelo ódio dos nazistas contra os transgressores de sua lei antissemita criminosa.
O Evangelho nas montanhas da República de Camarões
Entre os fundadores da União Sacerdotal Jesus Caritas de São Charles de Foucauld, em Camarões, está o Servo de Deus Simon Mpeke, nascido no início do século passado em uma família de camponeses pagãos do grupo étnico Bakoko. Fascinado pelo cristianismo quando jovem, ele se converteu, deixou sua noiva e entrou no seminário para se tornar padre em 1935. Ele se destacou pela profundidade de sua vida espiritual e dedicação pastoral. Conhecedor de vários idiomas, foi o primeiro missionário fidei donum camaronês no norte do país, era habitado por pessoas de origem sudanesa, que estava sob a influência de muçulmanos e cujos povos das montanhas eram ligados a religiões tradicionais.
Ele era chamado de “Baba (pai) Simon” pela população local: viajando pelas montanhas, pregava o Evangelho para o povo indígena Kirdi. Fascinado por seu exemplo, uma comunidade cristã fervorosa nasceu graças a ele. Próximo aos pobres e doentes, ele evangelizou por meio de obras como a pregação e a construção de escolas. Em Cristo, o padre Simon Mpeke viu a realização de esperanças também presentes em outras denominações religiosas: com essa convicção, promoveu a lenta passagem dos não cristãos para o conhecimento de Jesus. Ele também se comprometeu com a promoção humana, superando muitos preconceitos, como o que considerava a doença um castigo divino.
O Evangelho na escola e entre os doentes
Formado pelos Escolápios, primeiro na escola do beato Manuel Segura, mártir da perseguição religiosa na Espanha, e depois na do beato Faustino Oteiza, Pedro de la Virgen del Carmen, sacerdote da Ordem dos Clérigos Regulares Pobres da Mãe de Deus das Escolas Pias, viveu no país ibérico entre 1913 e 1983. Enviado para o front como capelão militar, permaneceu lá até o fim da guerra. De volta a Zaragoza, viveu em profunda união com o Senhor, contemplado na Eucaristia, desenvolvendo intensa atividade na escola, visitando os doentes, ouvindo confissões e na Conferência de São Vicente de Paulo. Ponto de referência para seus alunos, devoto da Virgem Maria, foi uma autêntica testemunha do Evangelho. Seu compromisso com o ensino foi premiado com uma homenagem civil do Estado. Sofreu gravemente de uma úlcera estomacal desde sua juventude, o que o levou à morte na década de 1980.
Apóstola da Consolação
Um testemunho de perseverança na fé, apesar do sofrimento é o oferecido pela Serva de Deus Edda Roda, uma religiosa do Instituto das Irmãs Capuchinhas de Madre Rubatto, que viveu em Bergamo, na Itália, entre 1940 e 1996. Ela sofria de “síndrome astênica”, que lhe causava colapsos físicos e queda de humor, mas jamais se cansava de levar um sorriso às famílias que visitava, organizando encontros de oração ou acompanhando com dedicação pessoas em situações dolorosas.
Durante uma das Missões Populares que realizou entre 1980 e 1995 na Itália, a irmã Edda foi espancada e estuprada por três homens. A irmã Edda carregou esse acontecimento dramático em segredo, o que não a impediu de continuar sua atividade missionária. No último ano de sua vida, foi diagnosticada com câncer uterino avançado. Ela suportou seus sofrimentos sem nunca se queixar, mas transfigurando-os em uma oferta de amor. Como testemunham seus diários, a doença se tornou para ela um caminho de purificação.
Um ponto de referência na fé
Do Brasil vem o testemunho da Serva de Deus Tereza Margarida do Coração de Maria, monja da Ordem dos Carmelitas Descalços que viveu entre 1915 e 2005. No Carmelo próximo ao Santuário de Aparecida, foi vice-mestra das noviças e subpriora. Juntamente com sete irmãs, fundou um mosteiro em Três Pontas, onde se tornou um ponto de referência para as irmãs e para os fiéis que recorriam a ela, chamando-a de Nossa Mãe, para pedir conselhos, direção espiritual e ajuda. Empenhou-se em viver com a Comunidade os Decretos do Concílio Vaticano II e cuidou da formação bíblica, espiritual e litúrgica das irmãs. Uma doença pulmonar, vivida em incansável oração, levou-a à morte.
Fonte: Site Vatican News
CNBB lança o edital do concurso para a letra do Hino Da Campanha da Fraternidade 2024
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou na sexta-feira, 19 de maio, o edital do concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2024, que tem como tema “Fraternidade e Amizade Social” e o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs” (Mt 23, 8).
Por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral, o Consep, o concurso será realizado em dois editais: este primeiro, para a letra do hino, e outro, posterior, em data ainda não definida, para a música. As composições deverão ser enviadas à CNBB até o dia 20 de junho de 2023.
Características
Para servir de letra para o hino da CF 2024, a composição deve, conforme o edital, traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos evitando explicitações desnecessárias, moralismos ou chavões; buscar inspiração na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja, este ano especialmente na Carta Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco; apresentar um caráter convocativo, ou seja, os fiéis devem ser convocados para a adesão ao que se propõe a CF 2024; articular com coerência fé e vida, evitando intimismos ou sentimentalismos exagerados, dentre outras características.
Critérios
Tratando-se de forma poética, serão observados, em especial, o emprego da função da linguagem mais adequada ao momento litúrgico: evocativa, exortativa, invocativa, narrativo-descritiva, experiencial, penitencial, informativa, laudativa, votiva, reflexivo-meditativa.
Também as qualidades do estilo, em especial quanto aos princípios da correção, da originalidade e da harmonia. E, ainda, a expressividade poética mediante o emprego pertinente de figuras de linguagem (a exemplo de textos bíblicos poéticos, observar o melhor emprego de metáforas e comparações).
Prazo
As composições deverão ser enviadas à CNBB até o dia 20 de junho de 2023, trazendo no remetente apenas o pseudônimo do autor. Dentro da correspondência, num envelope fechado, devem constar o nome verdadeiro do compositor e o termo de cessão de direitos autorais, devidamente preenchido e assinado. A correspondência deve ser enviada para o endereço físico da CNBB.
Confira (aqui) o edital completo.
Fonte: Site da CNBB

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