Festa da Divina Misericórdia encerra Oitava Pascal

domingo misericordiaNa manhã do 2º Domingo da Páscoa, chamado de “Domingo da Misericórdia”, o Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a Missa das 10h na Catedral Metropolitana. A Eucaristia foi concelebrada pelo Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, e pelo Administrador Paroquial, Padre José de Anchieta Moura Lima. O Diácono Antônio Valentino serviu o Altar.

Durante a Celebração Eucarística, Dom Gil recordou que a Igreja encerrava, naquele dia, a Oitava Pascal. “Mas o Tempo Pascal é constituído de 50 dias, até o Dia de Pentecostes. Os padres da Igreja ensinam que esses 50 dias devem ser vividos e celebrados como se fosse um único domingo: é um prolongamento do Domingo da Páscoa.”

Além disso, o Arcebispo apontou que a liturgia indicava três pontos importantes – a misericórdia, a fé e a paz -, começando pela instituição, por Cristo, do Sacramento da Confissão. “Hoje é o dia do perdão, é o dia da misericórdia de Deus”, afirmou o pastor arquidiocesano, lembrando ainda da fé manifestada por São Tomé ao ver o Ressuscitado. “O terceiro ponto importante é a paz. Jesus por três vezes saúda os apóstolos com a paz. Essa paz, segundo Santo Antônio, é tríplice: a primeira paz é do nosso coração para com Deus; depois a paz social, entre os povos; e, por fim, a paz da eternidade: no céu nós vamos gozar da paz em estado de perfeição”.

domingo misericordia 2Vale lembrar que a Festa da Divina Misericórdia foi instituída no calendário litúrgico da Igreja pelo Papa São João Paulo II, em 30 de abril de 2000, na Missa de canonização da religiosa polonesa Maria Faustina Kowalska, a Santa Faustina. O Sumo Pontífice, agora santo, estava atendendo a um pedido do próprio Cristo que, no ano de 1931, no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, confiou a Irmã Faustina o Seu desejo de que o domingo após a Páscoa deveria renovar no coração da humanidade a convicção de que Deus é misericordioso.

Naquela revelação, Cristo fez um outro pedido: que Irmã Faustina providenciasse a pintura de uma imagem que Lhe retratasse conforme ela o enxergava, colocando sob os Seus pés a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós!” Essa é a imagem que nós conhecemos de Jesus Misericordioso que, a partir dos anos 80, espalhou-se rapidamente pelo mundo.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

"A vida venceu a morte, a graça venceu o pecado e nós estamos agora abertos para a eternidade", destacou Dom Gil em missa de Páscoa na Catedral

pascoaNa manhã do último domingo, 17 de abril, o arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou a Missa de Páscoa, às 10h, na Catedral Metropolitana. O momento foi concelebrado pelo vigário geral da Arquidiocese, monsenhor Luiz Carlos de Paula, e pelo nosso administrador paroquial, padre José de Anchieta Moura Lima. E contou com a participação do diácono permanente Antonio Valentino e do Coral Benedictus.

Em entrevista, Dom Gil explicou o valor desta celebração. “A Páscoa é o dia mais importante do ano para nós cristãos. A festa mais importante da nossa liturgia, o centro de toda a nossa fé, [porque] Jesus morreu, ressuscitou e não morre mais. A mensagem da manhã da Ressurreição dada pelas mulheres e, depois pelos apóstolos, permanece na história inteira e a Igreja é aquela que continua anunciando essa grande verdade: A vida venceu a morte, a graça venceu o pecado e nós estamos agora abertos para a eternidade, a nossa morte não é o fim, mas é abertura, passagem, porta para a eternidade”, enfatizou.

O arcebispo também fez votos de uma boa vivência do Tempo Pascal. “Desejo a você uma feliz Páscoa, que Deus abençoe e faça com que você e todos nós anunciemos a alegria de Jesus, que morreu, mas ressuscitou e vive para sempre. E Ele é a nossa Páscoa, a nossa Ressurreição”.

Clique aqui e confira as fotos da celebração.

Celebração do Anúncio da Páscoa reúne centenas de fiéis na Catedral

vigilia pascal 1No coração de Juiz de Fora, na Catedral Metropolitana, a celebração mais importante da vida dos cristãos aconteceu no Sábado Santo. A solenidade teve início na área da externa na entrada principal da igreja para benção do Fogo Novo e do Círio Pascal. Na sequência da liturgia, a luz de Cristo, representada pelo fogo, foi entregue a cada pessoa presente no templo, iluminando toda a igreja.

A Eucaristia foi presidida pelo Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, e concelebrada pelo Administrador Paroquial da Catedral, Padre José de Anchieta Moura Lima, e pelo Vigário Paroquial, Pe. Danilo Celso de Castro. Também contou com a presença da diáconos permanentes da Paróquia Santo Antônio.

Na homilia, o Vigário Geral começou expressando sua alegria com a ocasião e recordando que a liturgia da noite celebra o fato mais importante da história da salvação, o mistério mais profundo da fé católica: a ressurreição do Senhor Jesus. Além de ser a liturgia mais solene e rica de todo o ano litúrgico. Em vista disso, ele pontuou os momentos vividos na celebração (liturgia da luz; proclamação do hino da vitória pascal; benção e aspersão da água e memorial da paixão e morte do senhor) discorrendo sobre cada um deles.

vigilia pascal 2Segundo ele, a ressurreição de Cristo prova que sua doutrina e sua obra são divinas, e, consequentemente, prova a fé católica. Também por isso, ele afirma que a Páscoa não é apenas a comemoração de um fato passado. “Cada festa pascal deve ser um novo apelo de Deus, que nos chama a morrermos com Cristo e nos separarmos do homem velho, do homem do pecado, a fim de nos revestirmos do homem novo e ressurgir para uma vida nova na graça e na santidade. Essa páscoa deve ser vivida a cada dia”, explicou o sacerdote.

Em entrevista, Monsenhor Luiz Carlos ainda comentou sobre a participação dos fiéis na “mãe de todas as vigílias”, depois de dois anos. “Nos alegra o coração é uma emoção ver o retorno das pessoas, e nesta vigília com tanta participação com tanta alegria, com tanta fé, tanto amor, agradecendo a Deus porque ele nos salvou. Jesus está vivo! Aleluia!”

Nesta Vigília Pascal não foram administrados batismos, mas foi feita a renovação das promessas batismais e as leituras foram reduzidas. Após a comunhão, houve uma breve Adoração ao Santíssimo Sacramento e a celebração foi encerrada com a procissão do Santíssimo no adro da Catedral.

Confira mais fotos desta Eucaristia clicando aqui.

Fonte: site da Arquidiocese Juiz de Fora

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