58ª Assembleia Geral dos Bispos: edição será realizada virtualmente

tema-58-assembleia-geral-cnbb-fotoArquivoCNBBDe 12 a 16 de abril, a já tradicional Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que se encontra em sua 58ª edição, será realizada virtualmente. O encontro do episcopado brasileiro é organizado, desde 2011, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeira em Aparecida (SP).

Para levar adiante esta edição, mesmo com a pandemia, os bispos brasileiros organizaram-se para que o evento pudesse ser posto em prática à distância. “Em novembro do ano passado, reunimos quase 200 bispos numa manhã de reflexão e oração. Adequação das plataformas para reuniões virtuais. As que tínhamos não suportavam tanto tempo e tanta gente. Essas têm sido as duas ações mais importantes”, explica o secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella.

Mensagem de esperança

Diante das mudanças que a pandemia trouxe, esta Assembleia será uma oportunidade para reforçar uma mensagem de esperança junto aos fiéis e a todos os brasileiros.

“A mensagem de esperança tem sido transmitida desde o início”, reforça Dom Joel. “Há um conjunto de manifestações escritas e também de atitudes, seja em nível nacional, seja em nível local. Esperança é tudo que os brasileiros necessitam nesse momento de cansaço, desânimo e, pior ainda, desistência em face das regras de proteção sanitária. Há muita morte. Há impossibilidade de luto. Tudo isso clama por esperança”, pondera.

Presença de todos os bispos

Atualmente, Igreja Católica no Brasil conta com 278 circunscrições eclesiásticas, totalizando 475 bispos, dos quais 309 exercem alguma missão e função de governo, além dos 166 bispos eméritos.

Toda esta força religiosa se fará presente nesta 58ª Assembleia Geral — mesmo os bispos eméritos, que mesmo não tendo direito a voto direto, terão sua presença garantida. “O fato de os bispos eméritos possuírem voz, porém não voto, é uma realidade estatutária. Não depende de outra condição”, explica Dom Joel. “Também para a 58ª assembleia, realizada em formato virtual, eles foram convidados, pois para eles não há convocação. Serão bem-vindos e ouvidos sempre que desejarem se manifestar sobre os assuntos tratados. A Comissão para os Bispos Eméritos terá uma fala, como sempre teve nas assembleias em formato fisicamente presencial”, reitera.

Tema central

“Casas da Palavra — Animação bíblica da vida e da pastoral nas comunidades eclesiais missionárias” é o tema em que os bispos se apoiarão nesta 58ª Assembleia Geral.

Os bispos, porém, ainda aprofundarão outros 30 assuntos, tais como o Ano Vocacional previsto para 2023; os anos temáticos de São José e Família Amoris Laetitia, convocados pelo Papa Francisco; o Colégio Pio Brasileiro, as Comissões, organismos e Regionais entre outros temas.

O futuro da Assembleia

Em caráter excepcional, como revelado no início deste texto, os bispos optaram por realizar esta edição da Assembleia em caráter virtual. Questionado sobre utilizar o mesmo expediente em edições futuras, Dom Joel afirma: é cedo para pensar nisso.

“Temos a clara certeza de que, se ainda estivermos sob o peso da pandemia, a 59ª Assembleia Geral poderá ser virtual. O formato não é mais problema para a CNBB nem para as outras instâncias da vida. Aprendemos a lição, ainda que sob dores muito fortes”, afirma o secretário-geral da CNBB.

A possibilidade, porém, de colocar-se em prática a próxima reunião do episcopado brasileiro nos mesmos moldes que a atual não está descartada. “A 58ª Assembleia será um grande teste, um desafio para todo o episcopado brasileiro. Uma vez encerrada, analisaremos com cuidado a questão virtual, discernindo o que poderá ser feito”, finaliza Dom Joel.

Fonte: Site Notícias Canção Nova

Papa contra a desigualdade: os direitos humanos são para todos!

Video-do-Papa-AbrilPelos direitos humanos e seus defensores: neste mês de abril, o Papa Francisco pede que rezemos por quem arrisca a própria vida lutando para garantir a todos direitos iguais.

Esta luta, afirma o Pontífice, requer coragem e determinação. Significa opor-se ativamente à pobreza, à desigualdade, à falta de trabalho, de terra, de habitação, de direitos sociais e trabalhistas.

Francisco lamenta que os direitos humanos fundamentais não são iguais para todos, pois há pessoas de primeira, de segunda, de terceira classe e pessoas descartadas.

Mas não: “têm que ser iguais para todos”, afirma o Papa categórico. “Cada ser humano tem direito a desenvolver-se integralmente, e esse direito básico não pode ser negado por nenhum país.”

Em alguns lugares, prossegue, “defender a dignidade das pessoas pode significar ir para a prisão”, por isso convida a rezar “por aqueles que arriscam suas vidas lutando pelos direitos fundamentais em ditaduras, regimes autoritários e inclusive em democracias em crise, para que seu sacrifício e trabalho deem frutos abundantes”.

O Vídeo do Papa que acompanha a intenção de oração tem o apoio da Missão Permanente de Observação da Santa Sé junto às Nações Unidas.

Confira:


Direitos e Igreja

Falar de direitos humanos fundamentais é contemplar os direitos que todas as pessoas têm, independentemente da nacionalidade, sexo, origem étnica ou nacional, cor, religião, idioma ou qualquer outra condição.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948, foi o primeiro documento legal a estabelecer a proteção universal dos direitos humanos fundamentais.

Também na Igreja, desde o Papa João XXIII na década de 1960, os direitos humanos têm estado no centro do ensinamento e da prática social católica.

Fonte: Site de Vatican News

Regional Leste 2 se despediu de nove padres desde o início da pandemia

luto-leste-2O Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), expressa, por meio de nota, seu profundo pesar pelo falecimento de padres e diáconos vítimas da Covid-19.

Até o momento foram nove perdas em Arquidioceses e Dioceses de Minas Gerais e do Espírito Santo, desde o início da pandemia. De acordo com o levantamento da Comissão Nacional de Presbíteros, realizado em fevereiro deste ano, 1.455 padres já foram acometidos pela doença em todo o Brasil, sendo que 65 deles faleceram.

Em união aos familiares e amigos dos padres que se foram, o Regional Leste 2 segue em oração por cada um destes irmãos que se doaram para sua Igreja Particular com zelo e amor ao ministério.

Por fim, o Regional Leste 2 pede que rezemos a Deus pelo descanso eterno do Monsenhor Miguel Falabella de Castro e Diácono permanente Antônio José de Carvalho Rosa, do clero de Juiz de Fora (MG); Pe. Jaime Gonçalves Pinto, do clero de Mariana (MG); Pe. Selmo Donizetti Mazetto e Pe. Carlos Alexandre de Souza, do clero de Uberaba (MG); Pe. Kleber dos Santos Junior, do clero de Vitória (ES); Frei João Constantino Junqueira Netto, do clero de Cachoeiro de Itapemirim (ES); Pe. Luzimar Pereira de Melo e Pe. Nelito Nonato Dornelas, do clero de Governador Valadares (MG). E também por todos os irmãos que perderam suas vidas em nosso país.

Balanço de perdas por (Arqui)Diocese

Atualizado em 31 de março de 2021

Arquidiocese de Juiz de Fora: 01 padre e 01 diácono permanente
Arquidiocese de Mariana: 01
Arquidiocese de Uberaba: 02
Arquidiocese de Vitória: 01
Diocese de Governador Valadares: 02
Diocese de Cachoeiro de Itapemirim: 01

Fonte: Site do Regional Leste 2

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