Missa da Misericórdia acontece no próximo domingo

cartaz missa presosA Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Juiz de Fora, em parceria com a Vara de Execução Penal da Comarca de Juiz de Fora, promove a missa da misericórdia, uma celebração junto com os encarcerados. A missa acontece dia 17 de novembro, às 10 horas da manhã, na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora. Aproximadamente 50 presos, entre homens e mulheres, participarão da celebração, vindos do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) e da penitenciária.

O Vigário Episcopal da Caridade, padre Geraldo Dondici será o presidente da celebração, que será concelebrada pelo administrador paroquial da Catedral, padre José de Anchieta e pelo assessor eclesiástico da Pastoral Carcerária, padre Welington. Os diáconos Nivaldo Rodrigues, assessor da pastoral, e Jorge Lucas da Comunidade Magnifíca, também estarão presentes.

A missa da misericórdia entra em consonância com a Jornada Mundial dos Pobres, que está na terceira edição e foi convocada por Papa Francisco no encerramento do Ano da Misericórdia, em 2016. O papa salienta a solidariedade humana e a boa vontade para com os pobres e oprimidos.

O assessor eclesiástico, padre Welington ressalta a importância da missa para a sociedade. “É um momento de unir o preso com a sociedade, aproximar o preso da benção, e fazer com que cresça o aspecto da fé, tanto no preso, tanto na sociedade, para que aconteça a ressocialização”.

Logo após a missa, os presos vão almoçar com suas famílias, no salão da Catedral.

Fonte: Blog da Pastoral Carcerária JF

Legião de Maria realiza novena da Medalha Milagrosa na Catedral

NovenaMedallaMilagrosa 171115A Legião de Maria convida a todos para rezarem juntos em honra à Nossa Senhora das Graças. Na próxima segunda-feira, dia 18, começa a novena da Medalha Milagrosa, na missa das 07h, na Catedral.

A novena será realizada sempre nas missas de 07h. Já no dia 27 de novembro (quarta), às 07h, acontecerá uma missa festiva para celebrar o dia de Nossa Senhora das Graças.

Medalha Milagrosa

* Fonte: formacao.cancaonova.com

ORIGEM

Em 27 de novembro de 1830, na Capela das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris, a Virgem Maria apareceu à humilde noviça Catarina Labouré. A Santíssima Virgem surgiu sobre um globo, oferecendo-o a Deus em sinal de súplica, pisando uma serpente e segurando nas mãos um globo menor. Maria disse: “Este globo representa o mundo inteiro e, cada pessoa em particular”. De suas mãos saiam raios brilhantes de luz, formando um quadro oval, que continham as seguintes palavras: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós ”. No reverso do quadro havia um “M” sobre uma cruz e por baixo os corações de Jesus e de Maria.

Nossa Senhora pediu à noviça que mandasse cunhar uma medalha igual ao modelo apresentado, fazendo-lhe a seguinte promessa: “As pessoas que a usarem com fé e confiança receberão graças especiais”. E assim foi cunhada, em Paris, esta medalha, que logo se espalhou pelo mundo inteiro, operando graças tão numerosas e extraordinárias, que os fiéis passaram espontaneamente a chamá-la “medalha milagrosa”.

A MEDALHA MILAGROSA

A Virgem Maria aparece esmagando a serpente, gesto que simboliza a vitória sobre o mal, pois Ela é nossa medianeira. Os raios são as graças que Ela deseja conceder aos seus devotos. E as 12 estrelas são as 12 tribos de Israel. O coração cercado de espinhos significa o Coração Sagrado de Jesus. O “M” significa Maria. Já o coração transpassado por uma espada significa o Coração Imaculado de Maria. O travessão e a cruz significam o calvário, realizado a cada Santa Missa.

PRÁTICAS

Usar a medalha com confiança e devoção. Beijá-la de manhã e à noite dizendo : “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

CONVERSÃO DE UM JUDEU

Em 1842, na igreja de Santo André delle Fratte, em Roma, Itália, aconteceu a conversão do judeu Afonso Ratisbone. Este foi visitar um grande amigo na capital italiana, o Barão Teodoro de Bussiere, que era católico. Depois de uma longa conversa, este entregou uma medalha a Afonso, pedindo-lhe que a usasse. Ele não recusou. Seu amigo a entregou rogando a Virgem por sua conversão.

No dia 20 de janeiro de 1842, Afonso foi passear com seu amigo Teodoro, que o convidou para ir até a igreja de Santo André delle Fratte visitar um amigo padre. Afonso não o acompanhou, permaneceu no interior da igreja o esperando. No entanto, ele sentiu uma força interior que o fez começar a andar pela igreja quando uma capela lhe chamou a atenção por sua luminosidade. Então, ele viu a Santíssima Virgem que, de pé, apareceu-lhe sobre o altar – viva, grande, majestosa – como está representada na medalha milagrosa. Ele ajoelhou-se ao ter a visão, e depois de alguns minutos, Ela colocou suas mãos entre as deles, quando ele pôde perceber sua misericórdia e perdão.

Quando o amigo retornou o encontrou de joelhos com suas mãos apoiadas na capela, mergulhada em lágrimas. Afonso pediu que o levasse a um confessor e lhe contou tudo como aconteceu. E assim que foi batizado entrou para a ordem dos jesuítas. Dedicando o restante de sua vida a rezar pelos judeus, morrendo santamente.

A MILÍCIA DA IMACULADA

São Maximiliano Maria Kolbe escolheu a medalha milagrosa como distintivo e a chamava de grande instrumento de conversão. Insistia para que as pessoas a colocassem no pescoço ou a tivessem por perto, de forma que grandes e muitas conversões ocorriam.

Campanha divulga inscrições para serviço 'Famílias Acolhedoras' em Juiz de Fora

familia acolhedoraObjetivo é atingir a meta de 15 famílias cadastradas. Atualmente são 10.

O objetivo do programa “Família Acolhedora”, da Secretaria de Desenvolvimento Social. é acolher voluntariamente criança ou adolescente, entre zero e 18 anos incompletos, que necessita ser afastado temporariamente do convívio familiar, por medida protetiva, em função de risco pessoal, social ou abandono.

De acordo com a pasta, o serviço de “Família Acolhedora” tem poucos registros de pessoas com disponibilidade para receber crianças nessa faixa etária.

Os encaminhamentos são realizados pela Vara da Infância e Juventude, e as famílias cadastradas acolhem as crianças e adolescentes durante o período em que a família de origem se reorganiza, para recebê-los de volta.

Não é processo de adoção e tem tempo determinado, podendo durar de três a seis meses, prorrogável por mais tempo, dependendo de cada caso. O diferencial deste acolhimento é oferecer convivência familiar e comunitária, garantindo atenção individualizada.

O pré-cadastro online está disponível em https://goo.gl/ojusPZ

Como participar

Para ser uma “Família Acolhedora”, o interessado é cadastrado e passa pela avaliação do corpo técnico do serviço, para, então, ser habilitado a acolher. São necessários os seguintes requisitos:

* Ser solidário;
* Ter entre 21 e 65 anos, sem restrição de estado civil;
* Morar em Juiz de Fora há, pelo menos, dois anos;
* Não ter antecedentes criminais;
* Ter boa saúde física e mental;
* Não ter interesse em adoção e não estar inscrito(a) no Cadastro Nacional de Adoção (CNA)

Fonte: Site da Rádio Itatiaia JF e G1
Foto: ADRA/Divulgação

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