Nota de falecimento: Sr. José Lopes Lima, pai do Padre José de Anchieta

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8c0ae9c8-6b0a-4a5d-9159-4246558fbeceCom pesar, a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora comunica o falecimento do Sr. José Lopes Lima, pai do Padre José de Anchieta Moura Lima, ocorrido no início da tarde desta quarta-feira (13). O sr. José tinha 91 anos. O velório será nesta quinta-feira (14), das 07h às 12h, na Capela Mortuária da cidade de Guiricema (MG). O sepultamento será ao meio-dia.

“Fez sua Páscoa definitiva com a Páscoa de Jesus. É recebido por Maria, anjos e Santos no paraíso. Levo, em meu nome e de toda a nossa Arquidiocese, os sentidos pêsames e o sinal de nossa fé inabalável na vida eterna aos familiares”, escreveu o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, em comunicado ao Clero.

Missa e pequena Procissão do Depósito são realizadas na Segunda-feira Santa, na Catedral

procissao depositoA Segunda-feira Santa, na Catedral, foi marcada por missa presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e por uma pequena Procissão do Depósito, que fez a transladação da imagem de Nossa Senhora das Dores de dentro Catedral para o salão ao lado da igreja, do qual sairá hoje para a Procissão do Encontro. A missa foi concelebrada pelo nosso administrador, padre Anchieta, e pelo vigário geral da Arquidiocese e diretor do Seminário Santo Antônio, monsenhor Luiz Carlos.

Em entrevista à WebTV A Voz Católica, o arcebispo falou sobre a celebração do dia. “Segunda-feira Santa, nós meditamos sobre Maria, irmã de Lázaro, que lava os pés de Jesus com perfume de nardo caríssimo e enxuga-os com os seus cabelos e ao lado está Judas que desconfia da mulher e de Jesus e concebe no seu pensamento uma afronta a Cristo, que aquele perfume estava sendo desperdiçado lavando os pés de Jesus, melhor seria vendê-lo e dar dinheiro aos pobres. É uma mentira de Judas, ele é um mentiroso, começou a trair a Jesus desde cedo e depois culminou com a venda de Cristo por 30 moedas, ele não tinha dó dos pobres e pensava muito mais em si. Mas nós estamos diante dessas duas figuras, da amizade autêntica, da fidelidade total de Maria e do fingimento e da hipocrisia de Judas”, esclareceu.

Dom Gil destacou também a mensagem desta Segunda-feira Santa. “É um momento de nós pensarmos e pedirmos ao nosso Senhor que nos proteja, para que não caiamos na mínima hipocrisia, porque pequenas hipocrisias podem levar a grandes sacrilégios. Então esta é a grande mensagem de hoje, ter amizade sincera, dar tudo o que podemos a Deus, porque nós devemos tudo à Ele e Ele não deve nada a nós, dar o perfume do nosso amor, da nossa misericórdia, da nossa caridade para com os pobres. Tudo isso é perfume que Jesus coloca no nosso coração, assim como a mulher ajoelhou para lavar os pés de Jesus, Jesus mesmo na Quinta-feira vai lavar os pés dos apóstolos, por isso é um gesto sagrado, servir ao irmão e estar à disposição do irmão, com amor no coração”.

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Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor é marcado por celebrações presenciais e procissões

domingo ramosDepois de dois anos vivenciando a Semana Santa à distância, somente com transmissões pelas redes sociais, o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor marcou o retorno dos fiéis às igrejas e às ruas, com as tradicionais procissões. Na Catedral de Juiz de Fora, a Santa Missa das 10h foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira.

Antes da celebração, no exterior da Catedral, houve o momento da leitura do primeiro evangelho do dia, que narra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Em seguida, Dom Gil abençoou os ramos e sucedeu-se uma pequena procissão em direção ao templo religioso. “Nós, com nossos ramos, estamos dizendo para Jesus que queremos sempre segui-Lo, queremos ser seus discípulos missionários, queremos agradecê-Lo, porque Ele doou a sua vida por nós”, afirmou o Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula.

Dom Gil aprofundou o significado da celebração que abre a Semana Santa. “É um momento em que nós aclamamos a Cristo, Rei do Universo, mas esta aclamação cessa em determinado momento porque nós vamos meditar sobre as traições que Jesus sofreu, sobre os problemas que enfrentou, as torturas, a morte; e ela voltará no Domingo da Páscoa, com a aclamação definitiva: Jesus ressuscitou e não morre mais. A grande mensagem de hoje é esta entrada dentro dos mistérios de Cristo, para meditarmos sobre o grande amor, a grande misericórdia do Pai, que nos envia o Seu Filho para morrer por nós.”

O Arcebispo comemorou a volta das celebrações presenciais. “O povo estava sedento, com vontade de voltar a celebrar presencialmente, e as igrejas estão cheias. Esse é um momento de grande alegria para nós, de ação de graças, porque Deus vai ajudando a população do mundo a vencer a pandemia e que seja duradoura essa paz”, finalizou.

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Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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