Notícias

Catedral Metropolitana promove rifa bene…
A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora está realizando uma Rifa Premiada em prol da tradicional Festa de Santo Antônio, padroeiro da cidade. A iniciativa tem como objetivo colaborar com...
07-05-2026 Hits:124 Notícias
Leia mais
Encontro de Casais da Catedral Metropoli…
A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora promoverá, nos dias 18, 19 e 20 de setembro, o Encontro de Casais com o tema: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”...
07-05-2026 Hits:77 Notícias
Leia maisIII Congresso Eucarístico: uma semana de…
Entre os dias 17 e 23 de novembro, a Arquidiocese de Juiz de Fora promoverá o III Congresso Eucarístico, oferecendo aos fiéis uma oportunidade de aprofundar a vivência da fé...
28-10-2024 Hits:2623 Notícias
Leia mais
Encontro Arquidiocesano da Pascom é prom…
Estão abertas as inscrições para Encontro Arquidiocesano da Pastoral da Comunicação (Pascom) 2024, que será realizado no dia 30 de novembro, das 8h às 18h, no prédio da Cúria Metropolitana...
23-10-2024 Hits:1999 Notícias
Leia mais
Celebração na Catedral Metropolitana mar…
O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou um marco significativo em sua trajetória de dedicação e serviço à Igreja: 25 anos de Ordenação Episcopal. O ápice...
22-10-2024 Hits:2153 Notícias
Leia mais
Café & Debate, promovido pela Paulus…
Em meio ao Centenário Diocesano, “História da Arquidiocese de Juiz de Fora e da Catedral Metropolitana” será o tema da próxima edição de Café & Debate, promovido pela Paulus Livraria...
14-10-2024 Hits:2094 Notícias
Leia maisDestaques

Assembleia da Osib do Regional Leste 2 reúne padres e seminaristas em Patos de Minas
Entre os dias 14 e 17 de outubro, ocorreu a Assembleia da OSIB do Regional Leste 2 no Seminário Maior Dom José Coimbra, em Patos de Minas. A assemblei...
Leia maisProximidade do Papa aos católicos do Oriente Médio
“Estou com vocês…”. Com os habitantes de Gaza, com os deslocados, com aqueles que fugiram das bombas, com as mães que choram seus filhos mortos, com a...
Leia mais
Dom Jaime Spengler é anunciado entre os 21 novos Cardeais a serem criados pelo Papa Francisco
O Papa Francisco anunciou neste domingo, 6 de outubro, a criação de 21 novos cardeais num Consistório a ser celebrado no dia 8 de dezembro, Solenidade...
Leia mais
Papa faz novo apelo sobre a situação do Líbano
Para o Papa Francisco, uma escalada “inaceitável” vem ocorrendo há dias no Líbano, onde ondas de ataques israelenses contra o Hezbollah já causaram ma...
Leia maisPapa defende vacina anti-Covid acessível a todos
Na terceira Audiência Geral dedicada à pandemia, o Papa Francisco afirmou que seria triste se uma vacina contra a Covid-19 fosse dada a prioridade aos ricos e que a assistência econômica com dinheiro público deveria ser dada a indústrias que observam quatro critérios:
“Seria triste se essa vacina contra a Covid-19 fosse dada a prioridade aos mais ricos! Seria triste se esta vacina se tornasse propriedade desta ou daquela nação e não universal para todos. E que escândalo seria se toda a assistência econômica que estamos a observar – a maior parte dela com dinheiro público – se concentrasse no resgate das indústrias que não contribuem para a inclusão dos excluídos, para a promoção dos últimos, para o bem comum ou para o cuidado da criação. São critérios para escolher quais são as indústrias a serem ajudadas: aquelas que contribuem para a inclusão dos excluídos, para a promoção dos últimos, para o bem comum e com o cuidado da criação. Quatro critérios!”
OMS: não aos nacionalismos
Na qualidade de órgão supranacional, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está em sintonia com as convicções do Pontífice, como reiterado no encontro de terça-feira, 19, com os jornalistas, e na carta com a qual o Diretor-Geral entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, claramente exorta os países membros a “prevenir o nacionalismo da vacina”.
Por esta razão, afirmou Ghebreyesus, a OMS “está trabalhando com os governos e o setor privado, quer para acelerar a pesquisa científica com o ACT-Accelerator, quer para garantir que as novas inovações estejam disponíveis para todos, em qualquer lugar, a começar por aqueles com maior risco”.
Pouco antes, recordando o trabalho realizado pela agência, o diretor havia constatado a presença do problema ainda nos últimos meses, quando o surto do coronavírus desencadeara “uma onda enorme de pedidos de equipamentos de proteção individual”. “Alguns países – observou Ghebreyesus – implementaram restrições à exportação e houve diversos casos de requisição de suprimentos médicos essenciais para uso nacional”. Em essência, é sua análise, “o nacionalismo de fornecimentos exacerbou a pandemia e contribuiu para o fracasso total da cadeia de suprimentos” em escala global.
Pesquisa mundial em busca da vacina
Depois daquela da Rússia, produzida pelo Instituto Gamaleya, também a China registrou em tempo recorde sua primeira vacina contra a pandemia Covid-19. Do outro lado do mundo, o governo brasileiro autorizou o teste de uma vacina anti-Covid desenvolvida por um laboratório estadunidense. O governo australiano também anunciou que quer tornar obrigatória a vacina contra a Covid-19, após a assinatura de um acordo com a empresa anglo-sueca AstraZeneca, para adquirir o medicamento em desenvolvimento nos laboratórios de pesquisa da Universidade de Oxford.
Ricciardi: objetivo principal é a pessoa, não o lucro
A Itália e a União Europeia abraçam as palavras do Papa Francisco com os fatos: “O que realizamos é uma aliança sobretudo entre Itália, França, Alemanha e Holanda para fazer da vacina um bem comum a ser dado a todos”.
Quem destaca isso esse aspecto é Walter Ricciardi, professor de Higiene da Universidade Católica de Roma e assessor do ministro da Saúde italiano, acrescentando que o primeiro contrato mais avançado ligado à vacina, assinado pela Comissão Europeia na semana passada, “vai nessa direção”. Os investimentos públicos “irão garantir que esta vacina possa ser distribuída a todos, não apenas aos europeus”. “Haverá quantidades significativas de doses que serão dadas aos países mais pobres, a começar pela África”.
Sobre os critérios indicados pelo Papa na escolha das indústrias, o professor Ricciardi destaca que esta visão é acertada, “sobretudo em um momento pós Covid”. A pandemia – explica ele – demonstrou “toda a fragilidade do modelo de desenvolvimento econômico baseado exclusivamente no lucro, na exploração dos mais pobres e na exploração dos trabalhadores de baixo custo”. Em vez disso, devemos “visar à centralidade da pessoa”.
Para Ricciardi, não se trata de “uma utopia”, mas da “única possibilidade para garantir um modelo de desenvolvimento que preserva simultaneamente as pessoas e o meio ambiente em que vivemos”. É preciso, no entanto, recordar que alguns países seguem “o caminho comercial”, uma via que fortalece exclusivamente “a possibilidade de enriquecer-se com a vacina” e garantindo-a somente aos povos “que podem pagar”. Este, conclui, “não é o caminho que a Europa irá seguir”.
Cooperação internacional e solidariedade
Aquele indicado pelo Papa, portanto, é um caminho que não prevê distinções, como também sublinhou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em recente entrevista ao Osservatore Romano e ao Vatican News. “Esse vírus – declarou ela – mostra como o mundo está interligado. Encontramo-nos diante de uma pandemia global e a única maneira de derrotar o vírus é por meio da cooperação e da solidariedade internacional”.
Uma vacina para todos
Em outra recente entrevista aos meios de comunicação vaticanos, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que “a pandemia deve ser um sinal de alerta. As ameaças globais mortais exigem uma nova unidade e solidariedade ”.
“Em um mundo interligado – afirmou ele – ninguém está seguro até que todos estejam seguros. Foi esta, em resumo, a essência da minha mensagem no lançamento do ACT-Accelerator, ou seja, a colaboração global para acelerar o desenvolvimento, a produção e igualdade de acesso a novos diagnósticos, tratamentos e vacinas para Covid-19. Deve ser visto como um bem público. Não uma vacina ou tratamento para um país ou região ou metade do mundo – mas uma vacina e um tratamento que são acessíveis, seguros, eficazes, facilmente administrados e universalmente disponíveis para todos, em todos os lugares. Esta vacina deve ser a vacina das pessoas.”
Fonte: Site Vatican News

Por favor aguarde...