Papa Francisco deixa a Eslováquia e conclui 34ª Viagem Apostólica

Papa-durante-cerimonia-de-despedida-na-Eslovaquia-Foto-Reproducao-Vatican-MediaO avião com o Papa decolou do Aeroporto de Bratislava com destino a Roma. A última etapa da Viagem Apostólica de Francisco foi a cerimônia de despedida no aeroporto da capital eslovaca.

A 34ª Viagem Apostólica teve início no dia 12 de setembro em Budapeste, Hungria. No país, Francisco presidiu a Missa de conclusão do 52º Congresso Eucarístico Internacional.

A viagem de Francisco ao coração da Europa teve continuidade na Eslováquia, onde cumpriu extensa agenda. Nesta quarta-feira, 15, memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores, o Santo Padre presidiu a Santa Missa no Santuário Nacional de Šaštín. A missa foi concelebrada por 90 bispos e mais de 500 sacerdotes. A celebração contou com a participação de mais de 60 mil fiéis.

Despedida

Ao final da celebração, a saudação final do Papa: “Queridos irmãos e irmãs! Chegou a hora de me despedir do vosso país. Nesta Eucaristia, dei graças a Deus por me ter concedido a graça de vir ter convosco e concluir a minha peregrinação no devotado abraço do vosso povo, celebrando juntos a grande festa religiosa e nacional da Padroeira, Nossa Senhora das Dores. De coração vos agradeço, queridos irmãos Bispos, por toda a preparação e o acolhimento. Renovo o meu agradecimento à Senhora Presidente da República e às autoridades civis. E agradeço a todos aqueles que colaboraram de diversos modos, especialmente com a sua oração. Levo-vos no coração. Ďakujem všetkým [obrigado a todos]!”.

Logo após a Celebração Eucarística o Pontífice se deslocou se deslocou ao Aeroporto de Bratislava, onde foi recebido pela presidente da República, Sra. Zuzana Čaputová. Depois de um encontro privado de poucos minutos com a mandatária eslovaca na Sala VIP do aeroporto, o Papa dirigiu-se à pista do aeroporto onde saudou as delegações e a guarda de honra.

Durante a viagem, como de costume, o Papa respondeu às perguntas dos jornalistas presentes no voo.

Fonte: Site Notícias Canção Nova

Encontro Anual com as Comissões de Liturgia das (Arqui)Dioceses

LiturgiaEstamos atravessando a grande tempestade do Covid-19, o Santo Padre nos exortava, naquele comovente momento de oração de 27 de março de 2020, à “coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de onipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar”.

O momento nos desafia a corajosamente ajudar nosso povo a viver o mistério da presença real de Jesus Cristo que o Concilio Vaticano já protagonizava: “O Senhor está presente na sua palavra, pois é Ele que fala ao ser lida na Igreja a Sagrada Escritura. Está presente, enfim, quando a Igreja reza e canta, Ele que prometeu: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles” (Mt 18,20) (SC 7).

Nos moldes daquilo que é possível fazer neste tempo, comunicamos a realização de nosso Encontro Anual com as Comissões de Liturgia das (Arqui)Dioceses de nosso regional. Serão promovidas três noites de reflexão de modo virtual, sempre de 20h às 21h30. As inscrições poderão ser feitas até o dia 15 de setembro.

22/09 – Quarta-feira

A relação entre liturgia e novas mídias no olhar de um comunicador: esperanças e preocupações

(Moisés Sbardelotto)

23/09 – Quinta-feira

A relação entre liturgia e novas mídias no olhar de um liturgista: esperanças e preocupações

(Pe. Geraldo Buziani)

24/09 – Sexta-feira

Implicações do Motu próprio “Traditionis Custodes” na animação litúrgica de nossas comunidades

(Pe. Carlos Henrique Alves de Resende)

Inscrições no seguinte link: clique aqui.

Fonte: Site da CNBB Leste 2

Presidente da CNBB participa no Senado Federal de sessão sobre mudanças climáticas

Congresso-2Senadores debateram nesta sexta-feira, 10 de setembro, o Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, também conhecido como relatório do IPCC. Foram convidados especialistas internacionais e a ativista ambiental sueca Greta Thunberg.

O documento destaca o aquecimento global de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais e o aumento da emissão de gases de efeito estufa. Os resultados do IPCC vão ser avaliados sob o ponto de vista do impacto e das recomendações para o Brasil.

O presidente da Comissão do Meio Ambiente do Senado, o senador Jacques Wagner, chamou a atenção para a necessidade de que as organizações da sociedade civil e o Congresso pressionem o Governo Federal para voltar sua atenção para a urgência da questão ambiental no Brasil.

A embaixadora da Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas 2021 (COP26), Fiona Clauder apontou para a necessidade de urgência de agir em função da coletividade. “O que o relatório do IPCC nos diz é que o tempo está acabando. Precisamos interromper urgente o aquecimento global de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais sob o risco de comprometer as condições de vida na terra”, disse.

Segundo ela, o relatório aponta que os impactos sobre a mudança climática estão em curso e são devastadores. O Brasil tem, segundo ela, uma enorme capacidade de exercer influência sobre o mundo. Ela disse que uma meta de 100 bilhões de dólares foi acordada para garantir que se alcance as metas financeiras globais de enfrentamento às mudanças climáticas.

Participação da CNBB

O Arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Azevedo de Oliveira agradeceu ao convite e disse que a Igreja no Brasil se soma a este coro em favor da vida na Casa Comum. Falou do projeto de lei do Junho Verde apresentado ao Senado pela CNBB como um caminho que pode desenvolver uma maior consciência ambiental.

O Presidente da CNBB acentuou que o relatório feito por inúmeros cientistas ao redor do planeta é uma alerta vermelho para a humanidade. “As últimas quatro décadas registraram aumentos na temperatura do planeta que podem comprometer diversas formas de vida”, disse.

“A mensagem é clara, ou agimos agora ou as consequências serão cada vez mais catastróficas. Não há mais dúvida, a causa somos nós e o nosso modelo de desenvolvimento que, segundo nosso amado Papa Francisco, exclui e mata”, disse.

Dom Walmor também falou sobre o desmatamento na Amazônia que vem registrando aumentos a partir de 2020, segundo vem apontando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “A floresta na Amazônia está sob ataque do fogo. Entre 2000 e 2019, 28% da área total queimada no país foram de solos amazônicos. Neste período, 428 mil quilômetros quadrados foram destruídos’, denunciou.

O presidente da CNBB ressaltou a importância do Brasil na redução dos impactos ambientais e na mudança climática, como a luta contra o desmatamento via fortalecimento das instituições que fiscalizam os territórios. Segundo ele, há em curso no Brasil um desmantelamento da legislação de proteção ao meio ambiente e dos órgãos fiscalizadores, fatos que são responsáveis pelo aumento do desmatamento e a ação de agentes irregulares e predatórios nos territórios de comunidades tradicionais.

Dom Walmor fez referências à Laudato Si, a encíclica do Papa Francisco sobre o cuidado com a Casa Comum para reforçar a posição da Igreja na questão ambiental. “A CNBB se soma à esta luta e está à disposição e em fidelidade ao que pede Jesus para salvaguardar a Casa Comum e o Planeta”, disse.

Saiba mais sobre o Projeto de Lei Junho Verde apresentado pela CNBB ao Senado e à Câmara Federal:

Projeto que institui a Campanha Junho Verde, proposto pela CNBB, foi aprovado no Senado e segue para Câmara dos Deputados – CNBB
CNBB apresenta ao presidente da Câmara dos Deputados as motivações ao Projeto de Lei que institui a campanha Junho Verde – CNBB

Conheça o relatório do IPCC aqui:

Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas

Fonte: Site da CNBB

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