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Catedral Metropolitana de Juiz de Fora

Bazar SOS Cristão

 

O SOS Cristão realizará, de 9 a 11 de setembro, um bazar no Salão da Catedral Metropolitana de Juiz de Fora. A iniciativa disponibilizará peças de vestuário ao público.

O bazar funcionará das 7h30 às 17h, de quarta-feira a quinta-feira, e das 7h30 às 13h na sexta-feira.

A comunidade está convidada a participar da iniciativa, que será realizada no salão paroquial da Catedral.

R. Santo Antônio nº 1201 - centro

Feira Catequética promove integração entre catequizandos

 

No dia 29 de agosto de 2026, das 15h às 19h, a comunidade será convidada a participar de uma experiência especial de fé, aprendizado e convivência: a Feira Catequética.

Mais do que uma exposição de trabalhos, a Feira Catequética foi pensada como uma oportunidade para aproximar os catequizandos, suas famílias e a catequese, levando o processo de evangelização também para dentro de casa.

A proposta é que cada atividade seja preparada pelas crianças com o auxílio de suas famílias. Dessa forma, pais, responsáveis e catequizandos participam juntos da construção dos trabalhos, criando um momento de diálogo, aprendizado e partilha sobre a fé.

A iniciativa busca valorizar a participação da família no caminho catequético, reconhecendo que a evangelização não acontece somente durante os encontros de catequese. A família também é lugar de transmissão da fé, onde as crianças podem aprender, conversar, rezar e descobrir, junto daqueles que amam, a beleza de seguir Jesus.

Durante a Feira, os trabalhos serão apresentados de maneira criativa e interativa, permitindo que os participantes conheçam um pouco mais sobre os conteúdos trabalhados na catequese e, ao mesmo tempo, valorizando o empenho das crianças e de suas famílias.

Será também um momento de convivência entre as famílias, catequizandos, catequistas e toda a comunidade, fortalecendo os vínculos e mostrando que catequizar é uma missão que envolve toda a Igreja.

Uma tarde para aprender, partilhar, celebrar a fé e, principalmente, viver a catequese em família.

Assembleia da Osib do Regional Leste 2 reúne padres e seminaristas em Patos de Minas

OSIB-2024Entre os dias 14 e 17 de outubro, ocorreu a Assembleia da OSIB do Regional Leste 2 no Seminário Maior Dom José Coimbra, em Patos de Minas. A assembleia ordinária da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) é realizada anualmente no regional, cada ano em uma diocese que se dispõe a acolher o evento. Neste ano, contou-se com a presença de padres formadores, reitores, diretores espirituais e seminaristas de várias dioceses que compõem o regional no estado de Minas Gerais.

O tema abordado foi a “Espiritualidade Missionária: do encontro à missão”. Frei Jeferson Felipe Cruz, OSA, assessor da assembleia, proporcionou reflexões sobre as ferramentas para o cultivo da espiritualidade missionária no processo formativo dos seminários e casas de formação.

Padre-WelingtonFrei Jeferson, com muita profundidade, delineou o cenário da experiência religiosa vivida no tempo atual e as novas formas de espiritualidade que afetam o cotidiano e, consequentemente, os jovens que buscam o seminário, que se apresenta como difusa, polissêmica e diversa. O assessor afirmou que somente uma experiência de consciência transcendente acerca da vocação e do ministério permitirá atravessar esse tempo com amor e fidelidade ao chamado feito por Deus.

Representando a Arquidiocese de Juiz de Fora, estiveram presentes Padre Welington Nascimento e o Seminarista João Carlos, do 2º de Teologia. Para o sacerdote o encontro é importante para manter a unidade com o regional Leste 2 e para refletir e se atualizar sobre o assunto em questão. “Hoje uma dimensão muito importante e que o encontro refletiu foi uma pastoral missionária. Que nossos seminários sejam seminários missionários, onde nossos seminaristas e padres formadores buscam estar aberto a vida missionária na Igreja”, afirmou ele.

Também foi realizada uma breve eleição para os cargos de secretário e suplente. Dessa forma, a presidência do regional ficou composta por Padre Marcos Tiago da Silva (Presidente – Diocese de Luz); Padre Lucas Henrique P. Santos (Vice-presidente – Diocese de Governador Valadares); Pe. Wander Gomes dos Santos (Secretário – Diocese de Paracatu); Pe. Welington Nascimento (Tesoureiro – Arquidiocese de Juiz de Fora) e Geanine Morais Barbosa (Suplente – Diocese de Ituiutaba).

Fonte: Site do Regional Leste 2 / Por Pe. Lucas Henrique
Fotos: Regional Leste 2

Proximidade do Papa aos católicos do Oriente Médio

cq5dam.thumbnail.cropped.500.281-2“Estou com vocês…”. Com os habitantes de Gaza, com os deslocados, com aqueles que fugiram das bombas, com as mães que choram seus filhos mortos, com as crianças que tiveram a infância roubada, com todos aqueles que não têm voz e que sofrem as consequências dos conflitos “que os poderosos fazem com os outros”. O Papa repete sete vezes sua expressão de proximidade (“Estou com vocês…”) na carta que quis enviar hoje, 7 de outubro, dia em que há um ano “o estopim do ódio” foi aceso com o brutal ataque do Hamas contra Israel, a todos os católicos do Oriente Médio. Um povo martirizado, exausto, ferido por uma guerra que nem a comunidade internacional nem os países mais poderosos, com uma “vergonhosa incapacidade”, conseguiram terminar.

Vergonhosa incapacidade de fazer cessar a guerra

Francisco, após as ligações diárias ao pároco da Sagrada Família de Gaza, padre Gabriel Romanelli, após o apelo de ontem no Angelus por um cessar-fogo imediato em todos as frentes, após o Rosário de paz a Maria em Santa Maria Maior e no dia em que convocou uma Jornada Mundial de Oração e Jejum, quis fazer mais um gesto de atenção com uma missiva de tom comovente e pessoal, que não economiza na denúncia da incapacidade dos responsáveis das nações de pôr fim a uma tragédia que perdura há um ano e corre o risco de tomar proporções ainda maiores.

Um estopim de ódio ainda aceso

“Penso em vocês e rezo por vocês. Desejo estar com vocês neste dia triste”, escreve Francisco no início da carta. Ele logo se volta para o massacre de um ano atrás, que deu início à resposta militar de Israel contra a Palestina e a toda a escalada de violência que se testemunha há doze meses: “Há um ano o estopim do ódio foi aceso; não foi apagado, mas explodiu em uma espiral de violência, na vergonhosa incapacidade da comunidade internacional e dos países mais poderosos de silenciar as armas e pôr fim à tragédia da guerra”.

“A história parece não ter ensinado nada.”

O Papa observa o presente com “o sangue correndo, como as lágrimas; a raiva crescendo, junto com o desejo de vingança, enquanto parece que poucos se importam com o que mais é necessário e com o que as pessoas querem: diálogo, paz”. Ele não se cansa de repetir que “a guerra é uma derrota, que as armas não constroem o futuro, mas o destroem, que a violência nunca traz paz”.

“A história o demonstra, mas ainda assim anos e anos de conflitos parecem não ter ensinado nada.”

Rebanho indefeso

O olhar se volta para todos os irmãos e irmãs que habitam os lugares mencionados nas Sagradas Escrituras, “um pequeno rebanho indefeso, sedento de paz”. “Obrigado – escreve o Papa Francisco – por aquilo que vocês são, obrigado porque querem permanecer em suas terras, obrigado porque sabem rezar e amar, apesar de tudo. Vocês são uma semente amada por Deus”. E como uma semente, “aparentemente sufocada pela terra que a cobre, sempre sabe encontrar o caminho para o alto, para a luz, para dar frutos e gerar vida”, assim vocês “não se deixam engolir pela escuridão que os cerca, mas, plantados em suas terras sagradas, tornam-se brotos de esperança”, encoraja.

“A luz da fé os leva a testemunhar o amor enquanto se fala de ódio, o encontro enquanto o confronto se espalha, a unidade enquanto tudo parece caminhar para a divisão.”

Paz desarmada

“Com coração de pai”, Jorge Mario Bergoglio se dirige então a essas Igrejas antigas e hoje “martirizadas”: “Sementes de paz no inverno da guerra”, ele as define, exortando-as a se tornarem “testemunhas da força de uma paz desarmada”. “Os homens de hoje não sabem encontrar a paz, e nós, cristãos, não devemos nos cansar de pedi-la a Deus. Por isso hoje convidei todos a viver um dia de oração e jejum”, as “armas do amor que mudam a história”, armas que “vencem nosso único verdadeiro inimigo: o espírito do mal que fomenta a guerra”, sublinha o Pontífice.

“Por favor, dediquemos tempo à oração e redescubramos o poder salvífico do jejum!”

“Estou com vocês…”

Na carta, o Papa escreve o que, segundo ele, sente em seu coração: “Estou próximo de vocês, estou com vocês”. Daqui em diante, quase como uma ladainha de “estou com vocês…” para reafirmar sua proximidade aos católicos, mas também a todos os homens e mulheres de todas as confissões e religiões que no Oriente Médio sofrem com a loucura da guerra.

“Estou com vocês, habitantes de Gaza, martirizados e exaustos, que estão todos os dias em meus pensamentos e em minhas orações. Estou com vocês, forçados a deixar suas casas, a abandonar a escola e o trabalho, a vagar em busca de um destino para escapar das bombas.”

Próximo das mães e das crianças

O Papa pensa nas mães a quem foram arrancados os filhos e nas crianças, algumas tão pequenas que não conheceram outra coisa senão bombas e destruição

“Estou com vocês, mães que derramam lágrimas olhando para seus filhos mortos ou feridos, como Maria ao ver Jesus; com vocês, pequenos que habitam as grandes terras do Oriente Médio, onde as tramas dos poderosos lhes roubam o direito de brincar.”

Sedentos de paz e justiça

“Estou com vocês, que têm medo de olhar para o alto, porque do céu chove fogo”, escreve ainda o Bispo de Roma. “Estou com vocês, que não têm voz, porque se fala muito de planos e estratégias, mas pouco sobre a situação concreta daqueles que sofrem com a guerra, que os poderosos fazem com os outros; sobre eles, no entanto, pesa a implacável investigação de Deus”.

“Estou com vocês, sedentos de paz e de justiça, que não se rendem à lógica do mal e em nome de Jesus ‘amam seus inimigos e rezam por aqueles que os perseguem’.”

Gratidão

Da proximidade, passa-se à gratidão, e as últimas linhas da missiva são todas um “obrigado” do Papa, sobretudo pelo testemunho dado em meio ao horror: “Obrigado a vocês, filhos da paz, porque consolam o coração de Deus, ferido pelo mal do homem. E obrigado a todos aqueles, no mundo inteiro, que os ajudam; a eles, que em vocês cuidam de Cristo faminto, doente, estrangeiro, abandonado, pobre e necessitado, peço que continuem a fazê-lo com generosidade”. O Pontífice também expressa gratidão aos bispos e sacerdotes que levam “o consolo de Deus nas solidões humanas”. A eles também encoraja a “olhar para o povo santo que são chamados a servir e deixar que seus corações sejam tocados, abandonando, por amor aos seus fiéis, toda divisão e ambição”.

Fonte: Site Vatican News

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